Por que saber inglês é tão importante para o mercado de trabalho?

O mercado de trabalho está cada dia mais competitivo e ter diferenciais no currículo é a grande chave para conseguir se destacar em meio a concorrência. E, quando falamos sobre isso, é impossível não trazer à tona a importância do inglês no mercado de trabalho. 

O que antes era um “a mais”, atualmente já é visto praticamente como um requisito básico na hora de fazer contratações. Vamos entender o porquê? 

Língua Inglesa: vantagem ou requisito básico? 

O Brasil não é um país bilíngue e a fluência em inglês é menor do que 5% da população adulta. Contudo, vivendo um mundo cada vez mais globalizado, o inglês tornou-se o idioma oficial do intitulado “novo mundo”. Através dele é possível conectar pessoas e empresas indo além de todas as fronteiras físicas. 

O resultado disso é um mercado de trabalho cujo o inglês já está sendo menos visto como vantagem e mais visto como um pré-requisito para a maioria das vagas – principalmente em grandes empresas ou cargos de liderança.

As organizações estão cada vez mais conectadas e a necessidade de ter pessoas trabalhando em parceria em diferentes mercados e lugares do mundo só cresce. Com isso, os recrutadores de grandes empresas buscam por profissionais qualificados que tenham fluência no inglês para realizar esse networking

Mas, muito mais do que um requisito básico para diversos cargos, ser fluente ou ter uma noção intermediária do inglês traz muitos benefícios para a vida pessoal e profissional de qualquer indivíduo. 

No que tange a vida profissional, o colaborador que domina o inglês pode viajar e participar de conferências no exterior a fim de aprimorar ainda mais sua área, bem como, trazer visões de outras realidades para a empresa em que atua. 

Além disso, ser fluente na língua inglesa possibilita que o profissional vá além das vagas no território nacional. É possível se arriscar em vagas no exterior, ainda que remotamente, e traçar um caminho totalmente diferenciado na sua vida profissional.  

A importância do inglês no mercado de trabalho em diferentes áreas

De modo geral, dominar o inglês é muito vantajoso para se posicionar melhor no mercado de trabalho. Contudo, algumas áreas têm especificidades no que tange a esse conhecimento da língua. Veja!

Carreiras executivas:

O mundo empresarial fala em inglês! Com a internacionalização do vocabulário do mundo dos negócios, é possível que você já esteja habituado às siglas que tomaram conta dos nomes dos cargos executivos das grandes empresas. 

(Fonte da Imagem: Euro Dicas).

O ESG (Environmental, social, and corporate governance) é uma das siglas que está em alta atualmente trazendo à tona os debates sobre sustentabilidade e objetivos sociais de uma empresa.

Mas, o próprio presidente executivo agora é chamado de CEO que, nada mais é do que uma abreviação de um termo inglês – chief executive officer. 

Então, mesmo em cargos altos e muito bem remunerados, o inglês é sim uma questão e uma exigência. Até mesmo para que esses chefes de setor possam trazer de fora novos conceitos e formatos de trabalho, como através de conferências já mencionadas no texto. 

Uma pesquisa salarial da Catho mostra que a diferença salarial entre executivos que falam ou não inglês é de 56%, na média. 

Marketing e comunicação:

E assim como o mundo dos negócios, o marketing e o setor comunicacional não ficam longe dos termos e expressões em inglês. 

Reuniões viraram meetings, verba agora é budget, reuniões para discutir ideias se tornaram um brainstorm. E tantos outros momentos da vida de um profissional de comunicação se transformaram em um termo em inglês. 

Por isso, esse é um dos principais diferenciais que o falante da língua inglesa tem nesta área! Em um campo em constante e rápida mutação, o profissional que fala inglês tem um maior e mais rápido acesso às informações, processos e tecnologias que fazem a diferença.

Tecnologia da Informação (TI):

Pegando o gancho das inovações tecnológicas e suas constantes mudanças, o inglês é extremamente necessário para o profissional de TI. 

A maioria dos manuais e documentação oficial dos maiores softwares vêm inteiros em inglês e, mesmo que as traduções não demorem a sair, o profissional que domina o inglês estará sempre um passo à frente.

Saúde:

E a área da saúde também não fica de fora dos benefícios do inglês em sua prática!

Um hospital ou posto de saúde, por exemplo, pode receber pacientes estrangeiros e dominar a língua tornará o atendimento possível. 

Além disso, o próprio profissional poderá acompanhar todas as novas pesquisas científicas e dados a nível mundial que usam a língua universal como padrão. 

Ou seja, saber inglês também auxiliará o profissional a ficar por dentro do que está acontecendo e será muito útil, principalmente em tempos conflituosos, como o início da pandemia, onde muitas dúvidas surgiam constantemente. 

Com isso, fica claro que o domínio do inglês já não é mesmo uma vantagem, mas sim um requisito básico e que deve ser investido independente da área de atuação que você esteja inserido! 

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Viola Davis, a mulher que fez história no Grammy 2023

A luta das pessoas negras dentro da arte não é nada fácil. É preciso quebrar barreiras, uma vez que o mundo exige desses profissionais, um talento muito superior. Sendo assim, quando Viola Davis no último Grammy se tornou EGOT, a celebração foi grande e, com razão. 

Em um ambiente difícil e um tanto quanto selvagem, ver uma mulher negra ganhando as principais premiações do entretenimento, faz nascer uma esperança a tantas outras pessoas negras que sonham em viver de sua arte. 

Essas são histórias que merecem ser contadas, partilhadas e relembradas. Então, acompanhe a mulher que, com muita garra, fez história no Grammy 2023! 

EGOT: As principais premiações do entretenimento

(Fonte da Imagem: Publi Metro).

Ao entrar no palco do Grammy, Viola celebra por ter se tornado EGOT. Então, nada melhor do que começar entendendo o que ela quis dizer com isso. 

EGOT é uma sigla que reúne os quatro principais prêmios do entretenimento dos Estados Unidos: E para Emmy (televisão), G para Grammy (música), Oscar (cinema) e Tony (teatro). 

O termo foi criado acidentalmente pelo ator Philip Michael Thomas em 1984, durante uma entrevista. Após ser questionado a respeito dos seus planos para o futuro, o ator resumiu sua resposta no desejo de ganhar os quatro prêmios que formam o acrônimo, popularizando o termo EGOT desde então. 

E, através de sua definição, é possível entender como possuí-lo faz com que o artista ganhe uma reputação altíssima na indústria, não é? 

Mas claro, para ganhar esse título, não é tão fácil assim. Também por isso, no total, apenas 21 artistas já receberam o título EGOT. Sendo, a mais recente, Viola Davis, em 2023, ao vencer o Grammy por “Finding Me” (Em busca de mim), na categoria “Melhor Livro de Áudio, Narração e Gravação de Contação de Histórias”.

A conquista de Viola Davis 

No Grammy de 2023, a atriz venceu a categoria de Melhor Audiobook com a biografia “Finding Me” (Em busca de mim). Assim, tornou-se EGOT, fazendo história e inspirando diversos artistas ao redor do mundo. 

Ao longo da carreira, Davis venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Um Limite Entre Nós (2016). Também se tornou a primeira atriz negra a vencer o Emmy de Melhor Atriz em Série Dramática por How to Get Away with Murder e conquistou dois prêmios Tony.

Ainda em 2016, com sua vitória no Oscar, a atriz se tornou a primeira artista negra a alcançar a cobiçada “Tríplice Coroa” da atuação – ganhando um Oscar, Emmy e Tony . O que por si só já era motivo de bastante orgulho e celebração, afinal, negros e mulheres estão sujeitos a diversas opressões durante suas trajetórias, seja ela no mundo da arte ou fora dele – o raciscmo, machismo ou sexismo. 

Assim,ver uma mulher negra atingindo a Tríplice Coroa gerou um grande impacto nos veículos de comunicação que fizeram questão de anunciar o significado poderoso dessa conquista. E agora, com a conquista do Grammy e sendo intitulada como EGOT, não poderia ser diferente. 

(Fonte da Imagem: Globo).

Viola Davis é a quarta artista negra a ganhar o quarteto de prêmios, depois de Whoopi Goldberg, John Legend e Jennifer Hudson.

“Eu escrevi este livro para honrar a Viola de seis anos, sua vida, sua alegria, trauma e tudo. Tem sido uma jornada tão incrível. Acabei de me tornar EGOT!”, comemorou ao subir ao palco para receber o prêmio. 

“Em busca de mim” 

É fácil ver Viola Davis hoje, como uma mulher poderosa, forte e que exala confiança. Associação essa que pode se fortalecer ainda mais quando se lembra do filme “A mulher Rei” que bombou nas bilheterias em setembro de 2022. 

Mas o que muita gente não imagina e o que Viola fez questão de trazer em seu livro, é toda a trajetória que antecedeu esse sucesso. 

(Fonte da Imagem: Senta Aí).

Assim, é de se admirar que no auge de sua fama, Davis tenha decidido expor suas vulnerabilidades mostrando a verdade sobre uma vida marcada por preconceitos, extrema pobreza e até violência doméstica. 

Durante a história, o leitor é convidado a acompanhar os anos de vida de Viola Davis. Seu eu criança, adolescente e os primeiros passos para o grande sonho de ser atriz. 

Foi aos 9 anos que Davis percebeu que a arte era capaz de curá-la de tantas dores e problemas enfrentados na vida. Os personagens, como ela narra no livro, deram a chance de expulsar seus demônios, fazendo da atuação o seu resgate à vida. 

Vítima de situações injustas e absurdas, a história de Viola inspirou, inspira e continuará inspirando diversas mulheres ao redor do mundo. Seja as que assim como ela deseja alcançar uma carreira na arte, como também as que enfrentam adversidades em uma vida cotidiana e que não poupa dor alguma. 

Viola Davis fez história e, que essa, ecoe esperança a quem dela assim precise! 

Leia também: A presença feminina na área da tecnologia


Oscar: qual a origem da premiação?

Completando quase 100 anos de existência, o Oscar é o maior e mais esperado evento da indústria cinematográfica. Ele reúne milhares de espectadores, todos os anos, para premiar as melhores produções do cinema. Mas você sabe como ele surgiu?

Acompanhe o artigo para conhecer a origem e outros detalhes sobre o evento.

A origem da cerimônia de premiação

Com o crescimento do cinema americano, os principais nomes da indústria também sentiram a necessidade de ter uma organização responsável pelos projetos desenvolvidos em Hollywood. Foi assim que surgiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ou, em inglês, Ampas (Academy of Motion Picture Arts and Science). 

Fundada oficialmente em 11 de maio de 1927, por Louis B. Mayer, um dos criadores do famoso estúdio MGM (Metro-Goldwyn-Mayer), a Ampas estruturava a primeira cerimônia de entrega das estatuetas, cujo nome oficial é, na verdade, Prêmio da Academia ao Mérito (Academy Award of Merit).

Louis B. Mayer e Carl Laemmle (Fonte da imagem: Live Journal).

Leia também: Por que o Prêmio Nobel foi criado?

A primeira premiação

Quem acompanha o evento hoje, com investimento de milhões de dólares, transmissão ao vivo, um tapete vermelho quilométrico e inúmeros convidados glamourosos, não imagina que, a princípio, em sua primeira edição, a entrega das estatuetas contou com apenas 270 participantes.

Essa primeira premiação só aconteceu em 1929 e, diferente da grande cerimônia que conhecemos, ela foi resumida em um jantar, realizado no Hotel Roosevelt de Hollywood, em Los Angeles, onde cada membro pagou uma entrada de US $5 para assistir à premiação, que durou cerca de 15 minutos.

De onde saiu o nome “Oscar”?

Bem, se o nome oficial da tão famosa estatueta dourada é Prêmio da Academia ao Mérito, então por que chamamos ela de Oscar?

(Fonte da imagem: Canal3).

A resposta para isso vem de um boato. De acordo com o rumor, dizem que Margaret Herrick, que naquele momento era responsável pela biblioteca da Academia, viu o troféu e comentou que ele parecia o seu tio Oscar. O apelido ganhou tamanha fama que foi usado pelo colunista Sidney Skolsky, em 1934, ao comentar o Prêmio de Melhor Atriz ganho por Katharine Hepburn.

Foi só em 1939 que a Academia passou a utilizar oficialmente o apelido, tornando o nome Oscar ainda mais popular.

Como funciona a premiação?

Hoje a premiação do Oscar conta com a participação de muitos membros da indústria cinematográfica, distribuindo prêmios em 23 categorias, em um evento que dura mais de 3 horas, no Dolby Theatre, local oficial da cerimônia desde 2002.

A escolha das indicações e dos vencedores, é feita através de votação entre os membros da Academia. E não é qualquer pessoa que pode fazer parte desse grupo seleto! 

Portanto, para receber um convite e se tornar membro, você precisa estar dentro de uma destas categorias:

  • Jornalista especializado;
  • Antigo ganhador do Oscar;
  • Profissional da indústria, com indicação de, pelo menos, 2 membros atuantes na mesma área que a sua.

E além disso, cada membro só tem permissão para votar na categoria da qual tem conhecimento técnico. Apenas os prêmios de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional têm votação aberta para todos os integrantes da Academia. 

Dolby Theatre (Fonte da Imagem: Forbes).

Qual a importância de ganhar um Oscar?

Como a principal premiação destinada à 7ª arte, ganhar um Oscar é um grande diferencial na carreira de qualquer profissional da indústria. Pois, mesmo para aqueles que não levam a estatueta para casa, a indicação ao prêmio já traz uma grande repercussão por si só!

E, se considerarmos a votação restrita aos especialistas, ganhar o Oscar também significa ter o reconhecimento perante seus colegas de profissão. 

O prêmio também é uma ótima maneira de abrir portas para novos projetos! E para os estúdios, ter suas produções na lista de indicações, traz um aumento significativo nos lucros. Então só tem vantagem, certo?

 

Participação do Brasil no Oscar

O cinema brasileiro já esteve algumas vezes na lista de indicados, mas, infelizmente, nunca recebeu a estatueta dourada.

Dentre as participações do Brasil no evento, vale destacar:

  • A indicação de Central do Brasil (1998) na categoria de Melhor Filme Internacional;
  • Fernanda Montenegro, indicada à Melhor Atriz, por seu papel, também, em Central do Brasil (1998); 
  • Cidade de Deus (2002), indicados nas categorias: Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição e Melhor Fotografia;
  • O Beijo da Mulher-Aranha (1985), indicado para Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Adaptado;
  • E a indicação de Democracia em Vertigem (2019), como Melhor Documentário.

Este ano, a cerimônia acontecerá no dia 12 de março. E apesar de não contar com a participação de nenhuma obra brasileira, quem é fã de cinema, não pode deixar de acompanhar e comentar os escolhidos da 95ª edição do Oscar! 


Os desafios da mulher dentro do ambiente corporativo

A realidade feminina dentro do mercado de trabalho é bastante complexa e repleta de lutas. Desigualdade salarial ou cobranças excessivas podem ser elencadas como as principais problemáticas, mas a lista se estende quando analisada com mais atenção. 

Claro que muita coisa já mudou ao decorrer dos anos. Contudo, mesmo que muito tenha mudado, ainda existe um longo caminho pela frente e muitas mudanças desejadas.  

Acompanhe o artigo para entender um pouco mais a respeito dos desafios e avanços da mulher no mercado de trabalho.

O contexto histórico dessa pauta

Antes de analisar o presente, é preciso entender o passado. Partindo desse ponto, o ato de trabalhar, para uma mulher na era medieval, significava  preparar refeições, cuidar de enfermos, limpar e executar outras tarefas da casa. 

Já ao final desse período, as mulheres passaram a dividir seu tempo entre trabalhar fora e dentro de casa. Porém, sem ter seus nomes publicados, mas sendo substituídos para “autor fantasma” ou “autoria anônima”. 

Portanto, foi só após o período da revolução industrial que houve novas consequências para a esfera feminina. O capitalismo trouxe fábricas que permitiram que as mulheres trabalhassem em atividades similares às domésticas, como limpar ou cozinhar. 

(Fonte da Imagem: Cirandeira).

Ah! E a luta de gênero não era igualmente travada pelas mulheres negras que eram ainda mais inferiorizadas e vistas como uma forma de gerar mais escravos. Situação essa que só começou a mudar em 1871, com a Lei do Ventre Livre que tirava das mulheres negras a necessidade de engravidar oferecendo o mínimo de segurança a elas.

A partir de 1921 as leis trabalhistas começam a surgir e com a redução da jornada de trabalho para 44 horas semanais a mulher pode encontrar algum tipo de descanso. 

Em 1923 as mulheres conquistam o direito de votar por força do movimento sufragista, causando um grande impacto a essa luta feminina. 

Já em 1975, lentamente a ideia de que a mulher representava o “sexo frágil” passou a mudar. No mercado de trabalho, as mulheres foram subindo lentamente na linha hierárquica que, até os dias atuais, exige atenção.

Por fim, no momento atual, a globalização exigiu que o mercado de trabalho pudesse contar com o maior número de pessoas possível, abrindo assim um caminho mais humano para as mulheres. 

Os desafios atuais das mulheres no ambiente corporativo 

A partir da história conseguimos entender que o cenário atual foi construído com muita luta e dificuldade. A transformação exige um tempo, paciência e, infelizmente, a vida de muitos, já que houve um tempo que discordar não era permitido, ainda mais sendo uma mulher. 

Agora, no século XXI, as mulheres já conquistaram muitos direitos. Desde o estudo até as possibilidades de trabalho. O que antes era um ambiente exclusivamente masculino, passou a ter uma presença feminina cada vez maior.

Entretanto, mesmo estando presente no mercado e após tantos anos de avanço, dificuldades ainda são enfrentadas e é preciso falar sobre isso para abrir os nossos olhos como sociedade. 

É sabido que o avanço vem a partir de debates, posicionamentos e lutas. Assim, o momento agora é outro, mas ainda existe lugar para uma evolução.

Mulheres em cargos de liderança:

Mesmo no momento atual, ainda existe uma cultura de resistência em colocar mulheres no cargo de liderança. De mesmo modo, o desafio ainda fica um pouco maior quando se fala a respeito da desigualdade salarial referente a esses mesmos cargos. 

Mulheres representam 43% de todos os trabalhadores brasileiros, mas a sua presença tem uma porcentagem muito mais baixa conforme subimos o nível hierárquico dentro das corporativas. 

Mas na contramão desses resultados, está o fato de que as mulheres tendem a ter um nível de escolaridade superior à da maioria dos homens. O que fortalece a ideia de que elas não estarem presentes em cargos de liderança não se justifica pela sua falta de preparo ou estudo. 

Leia também: Mulheres são melhores líderes em tempos de crise? 

Discurso que não condizem com a prática:

A diversidade e um abraço às minorias virou moda nos últimos anos. Muitas empresas desejam se posicionar como verdadeiras aliadas a esses grupos da sociedade, pregando uma igualdade. 

Os discursos, por sua vez, são muito bonitos e precisam ser feitos para que debates importantes como esse não sejam esquecidos ou apagados. Contudo, ainda que bonitos, os discursos, muitas vezes, não condizem com a realidade dessas empresas. 

Por isso, na hora de consumir ou até mesmo na hora de se candidatar a uma vaga, é preciso não apenas ler as matérias de diversidade publicada pela empresa. Mas também pesquisar sobre quem são os colaboradores, a quem estão atribuídos os cargos de liderança e comparar a fala com a prática.

Cobrança exagerada:

Também como bagagem de uma história em que as mulheres eram constantemente oprimidas e deixadas de lado pela sociedade, até hoje se é carregado uma cobrança exagerada na presença feminina dentro das empresas. 

É como se as mulheres tivessem uma necessidade de provar constantemente o seu valor e o porquê são capacitadas para estar naquela vaga, diferente do gênero masculino que não sente essa pressão.

E esse também é um dos desafios da mulher dentro do ambiente corporativo que exige uma discussão maior e um olhar mais atento de gestores, diretores e gerentes. 

Esses comportamentos advém de uma história que, na era medieval, era comum silenciar mulheres, diminuir seus feitos ou resumi-las a afazeres domésticos. Muito dessa cultura foi crescendo e sendo passado a frente e, mesmo que camuflado, ainda existem pensamentos e falas que foram culturalmente normalizadas. 

A forma de combater tudo isso não é simples, mas precisa ser constante! Os debates e diálogos sobre essas problemáticas precisam acontecer para abrir os olhos de mulheres que estão em situações como essas, mas também para mostrar para as empresas que certos comportamentos já não são mais aceitos na sociedade atual.  

 


Newsletter: como usar a seu favor e se diferenciar?

Existem diversas maneiras de manter o seu público engajado com a sua marca, mas o mais importante é sustentar esse relacionamento a partir de conteúdos relevantes a esses indivíduos. Desse modo, uma das estratégias que vale a pena conhecer é o Newsletter. 

Nunca ouviu falar sobre isso e tem dúvidas de como usá-lo a seu favor? Então acompanhe a leitura!

O que é newsletter?

O Newsletter nada mais é do que um e-mail disparado com uma determinada frequência a fim de desenvolver ou fortalecer esse relacionamento da empresa com seus clientes ou clientes potenciais. 

Essa estratégia permite o envio de diferentes tipos de conteúdo, fazendo com que ela seja muito versátil e, claro, personalizada para cada marca e necessidade específica. 

No que tange ao famoso marketing digital, isso pode abranger muitas estratégias diferentes, como notícias sobre o setor que a sua empresa atua, lançamentos de novos produtos, promoções, postagens do blog da empresa, etc.

Todos esses exemplos podem ser aplicados, inclusive, simultaneamente. O importante é que cada disparo seja estrategicamente pensado e desenvolvido a fim de fortalecer o relacionamento e converter a venda. 

(Fonte da Imagem: Net Quadro).

Por fim, depois de escolher o conteúdo, é preciso também analisar a frequência de envio e, mediante a isso, realizar o disparo.

Qual a diferença entre e-mail marketing e newsletter?

Mesmo que ambos os termos sejam disparados pelo mesmo veículo, existe uma diferença entre o e-mail marketing e o newsletter, tanto no formato quanto no objetivo. 

O e-mail marketing tem como objetivo promover um determinado produto ou serviço. Assim, algumas estratégias de comunicação são utilizadas para atingir essa meta, como um texto mais persuasivo utilizando o copywriting e imagens que despertem mais desejo. 

Na contramão desse formato está o newsletter! O foco, nesse caso, está em interesses para o público visando interação, construção de relacionamentos e, as vendas acabam aparecendo de forma indireta nesse tipo de estratégia. 

Dessa forma, os métodos aplicados neste formato são mais voltados a uma curadoria de conteúdos que são relevantes ao público, bem como textos com formato mais informativo e educativo. 

Porém, vale ressaltar que ambos os métodos são formas eficazes de alcançar os clientes online. Contudo, o e-mail marketing é mais adequado para a busca por conversões. E o Newsletter ajuda nutrindo seus leads com conteúdos de valor.

Como se diferenciar em meio a vários e-mails?

Como o Newsletter se trata de conteúdos educativos ou informativos, o risco de que os mesmos sejam ignorados pelos leitores acabam sendo uma possibilidade. Também por isso o ideal é buscar estratégias que venham otimizar esse conteúdo, diferenciando o e-mail da sua marca dos demais na caixa de entrada.

Vamos às dicas, então? 

Faça um design bonito e funcional

Nesse momento, faça um teste e pense como leitor. Você se sentiria atraído por um e-mail com apenas um texto corrido, sem nenhuma imagem ou interação? 

Dificilmente o seu público se sentirá curioso por isso também! Por isso, na hora de investir em uma Newsletter, lembre-se que para construir esse relacionamento de marca e cliente, é preciso que o cliente sinta-se interessado no que lhe está sendo oferecido. 

Um design bonito e funcional fará toda diferença nessa questão! 

Personalize o e-mail do remetente

Reforçando a ideia de que o Newsletter é a construção de um relacionamento com seu cliente, uma das melhores formas de se destacar é mostrando que aquele e-mail recebido foi produzido por uma pessoa de verdade. 

Muitas vezes, a tela do computador ou celular traz essa ideia de automatização tornando as relações mais frias. 

Então, personalizar o e-mail do remetente aquecerá essa relação, mostrando que há alguém por trás daquele conteúdo. 

Utilize um título criativo

Ainda sobre a parte escrita do seu Newsletter, pense que a atração para esse conteúdo começará ainda na caixa de entrada. Assim, será que é mesmo ideal deixar o “assunto” do seu e-mail tão breve e pouco atrativo?

O título é o grande determinante do interesse ou desinteresse do público por aquele conteúdo. Por isso, é importante criar um título criativo que fale diretamente com o público. 

Nesse caso, existem alguns “truques” que podem ajudar a construir um título que desperte a curiosidade do destinatário e faça-o abrir o seu e-mail no meio de tantos outros. Dentre eles: uso de perguntas e/ou piadinhas nichadas.

Essas são apenas três dicas de como otimizar essa estratégia ao máximo, porém se você deseja se tornar um especialista não só nesse tipo de conteúdo, mas em diversas formas de captar, manter e/ou converter leads, conheça a graduação em Marketing. 

Durante 4 semestres – 2 anos – você aprenderá as estratégias de mercado que são capazes de alavancar qualquer negócio. Seja para seu próprio investimento, como também para impulsionar empresas já existentes no mercado. Uma vez que, cada vez mais delas sentem a necessidade de investir em um profissional de comunicação. 

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Afinal, qual o impacto do fast food na saúde?

A rotina corrida e cheia de afazeres, às vezes, otimizar tempo e pedir um fast food é de fato o mais prático. Mas, na contramão desse benefício, estão muitos malefícios à saúde, seja a curto ou a longo prazo. E, por isso, é preciso se atentar! 

Acompanhe o artigo e entenda de vez qual o impacto do fast food à saúde.

Qual a origem e o que é Fast Food?

(Fonte da Imagem: Tudo Celular).

Começando com o básico, o termo “fast food” vem do inglês e significa “comida rápida”. A partir disso, por si só, já é possível entender que o objetivo desse segmento alimentício é, de certa forma, ser ágil e otimizar tempo. 

Mas, indo além da própria comida em si, o fast food pode ser considerado como um estilo de vida, principalmente, entre os norte-americanos que, em sua maioria, comem diariamente esses alimentos. 

Tratando-se de alimentos com objetivo de serem feitos e comidos rapidamente, pode-se listar como os mais comuns: 

  • Hambúrguer
  • Batata frita
  • Sanduíche
  • Pizza
  • Frango frio
  • Cachorro-quente

E, claro, antes mesmo de ler essa lista, você já deve ter pensado automaticamente no McDonalds, Burger King ou Bob ‘s, que são algumas das redes de fast food mais famosas ao redor do mundo. 

O fato é que, apesar de famosas e muito querida por diversas pessoas, consumir os itens desses restaurantes com frequência é sim prejudicial à saúde. Por isso, tenha cuidado! 

Mas quais os reais malefícios do fast food?

O Brasil é um dos países que estão no topo da lista mundial em consumo e investimento em fast food, que tem nas crianças e adolescentes um potencial grupo consumidor. 

Também por isso, é importante se educar quanto ao impacto desses alimentos para saúde, visto que parte desse público ainda está em crescimento e desenvolvimento do próprio corpo. 

Alguns dos problemas que o consumo de fast food pode trazer para o organismo ao longo do tempo são: 

  • Ganho de peso, devido ao excesso de calorias;
  • Cansaço, devido ao excesso de carboidratos;
  • Aumento no colesterol, por conter gorduras trans;
  • Espinhas no rosto, o aumento do açúcar no sangue favorece o surgimento da acne;
  • Inchaço, devido à retenção de líquidos causada pelo excesso de sal;
  • Aumento do risco de câncer, devido ao alto teor de gordura trans e substâncias químicas que causam alterações nas células.

Por mais que hambúrguer, cachorro quente, batata frita e companhia sejam apetitosos e difíceis de “largar”, essas opções são ricas em calorias, gorduras, açúcares e sal. Além de serem pobres no que realmente importa para o corpo que são as fibras, vitaminas e minerais. 

Alguns nutricionistas, inclusive, mostram que o prático combo de hambúrguer, batata frita, refrigerante e sobremesa pode facilmente atingir a necessidade diária de calorias, gordura e sódio de um adulto em uma única refeição. 

Em vez disso, o recomendado e mais saudável a se fazer é remanejar as calorias diárias dentre café da manhã, almoço, lanche da tarde, janta e ceia. 

“Fast food nunca mais”, será mesmo? 

Mesmo apresentando malefícios à saúde e que outros alimentos sejam mais recomendados, a ideia de nunca mais comer fast food não precisa ser levada no sentido literal. 

Isso mesmo! Comer hambúrguer, pizza, pastel, milk shake e outras gostosuras oferecidas em fast food não é totalmente proibido. 

De vez em quando todo mundo sente vontade e pode cair na tentação, porém é necessário ter bom senso ao consumi-los e não fazer deles uma refeição diária. 

Se você gosta de entender melhor os alimentos e seu impacto na saúde, considere conhecer a graduação em Nutrição, agora na modalidade híbrida! 

(Fonte da Imagem: Nutritionist Doctor).

Como funciona o ensino híbrido? 

Para garantir total aprendizado na formação e um melhor preparo profissional, a graduação de Nutrição da Unigran EAD é no formato híbrido. Essa modalidade de ensino nada mais é do que a união do formato presencial com o ensino remoto. 

Nesse caso, o aluno acompanha a parte teórica a partir de aulas virtuais disponibilizadas na nossa plataforma e a parte prática, por sua vez, acontece de forma presencial nos polos Unigran EAD em que essa graduação está disponível. 

O modelo híbrido de ensino dá ao aluno mais responsabilidade e autonomia, já preparando-o para a realidade do mercado de trabalho.  

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Código morse: quem inventou e como ele funciona?

Se você é um fã de filmes de guerras, provavelmente já acompanhou alguma cena em que o código morse era usado como ferramenta de comunicação entre soldados. Muito usado pelo governo e militares, o código morse foi uma estratégia usada durante a guerra. Acompanhe o artigo para entender como esse sistema funcionava! 

O que é o Código Morse?

(Fonte da Imagem: Dreams Time).

O chamado Código Morse é definido como um sistema de comunicação binário, que representa letras, números e sinais de pontuação por meio de um sinal cifrado e irregular. 

Para explicar de uma forma mais detalhada, esse sistema é composto apenas por dois símbolos e são as suas combinações que criam as letras, palavras e mensagens em si.

Os pontos (.), no Código Morse são chamados de dits e os traços (-) de dahs

Os sons curtos são os dits (pontos), enquanto os dahs (traços) são os longos, sendo três vezes maiores do que os curtos. Existem intervalos de tempo determinantes para a passagem de letra para letra.

Assim, uma pausa maior sinaliza que a palavra está completa e o ouvinte pode decifrar a mensagem adequadamente. 

Como surgiu o Código Morse? 

Os filmes que retratam a Primeira Guerra Mundial, em sua maioria, apresentam esse sistema comunicacional. Mas, a sua criação veio muito antes desse período histórico. 

Portanto, voltando alguns anos atrás, o Morse foi desenvolvido por Samuel Finley Breese Morse, em 1835. 

O pintor estava frustrado com a demora dos mensageiros em percorrerem os Estados Unidos. Samuel passou a sentir na pele essa lentidão por volta de 1820, quando o artista morava em New Haven, no estado de Connecticut. 

Na época, sua esposa estava grávida, mas ele havia recebido uma proposta de trabalho que o fez ficar longe de sua amada perto da concessão da luz. O pintor havia sido convidado a pintar o retrato do Marquês de Lafayette, militar que atuou na Revolução Francesa e da Guerra da Independência estadunidense.

Após uma semana de estadia, um mensageiro chegou até Morse e lhe disse que sua mulher tinha entrado em trabalho de parto e não passava bem. A ausência de informações o deixou revoltado e desesperado. Samuel Finley até voltou correndo para sua cidade, mas sua esposa já havia falecido. 

Diante dessa triste história, ele começou a pensar em soluções que evitassem que outra pessoa passasse pela mesma agonia por essa demora dos mensageiros.

Testes e o lançamento oficial

Em 1844 antes do lançamento oficial, houve um teste entre as cidades de Washington e Baltimore. A mensagem teste enviada foi:  “Que obras fez Deus!”.

Nessa época, esse sistema transmitia somente números e fazia uso de um dicionário para relacionar os numerais as palavras. Porém, notando a dificuldade desnecessária desse processo, o Morse teve uma evolução e foram criados códigos para as letras também, o que viria a passar uma mensagem mais completa e direta, ainda que complexa. 

Os anos seguintes também trouxeram novas revisões e alterações para esses sistema, até que em 1865 houve uma oficialização do Morse pelo Congresso Internacional Telegráfico. 

Entretanto, a visibilidade do Morse que vem pela Primeira Guerra Mundial não é à toa. Durante esse período, o sistema foi amplamente utilizado e, inclusive, no Estreito de Dover, em 1899, foi realizado oficialmente o primeiro resgate no mar depois de um pedido de socorro utilizando o Código Morse.

Assim, até o ano de 1998, foi empregado como padrão internacional de comunicação marítima. E, em 2003, ocorreu a inserção de um código para representar o “@”. O novo caractere facilitou o envio de endereços de correio eletrônico por Código Morse. Vale ressaltar que esta foi a primeira adição ao Código desde a I Guerra Mundial.

Posteriormente, essa linguagem foi substituída pelo Sistema Mundial de Socorro e Segurança Marítima.

(Fonte da Imagem: UOL).

Código Morse nos dias de hoje

Fora das telas, o Código Morse é utilizado entre alguns grupos de escoteiros e radioamadores. Sendo, assim, parte da grade curricular do exame para licença de radioamadores no mundo todo, por exemplo. 

Além disso, o Morse também tem sido utilizado em competições de altas velocidades Assim, através dele, os vencedores são anunciados e, esse método tem um desempenho superior aos usuários de SMS por celular.

Alguns músicos também aproveitam para inserir mensagens codificadas em suas melodias utilizando o esse sistema, o que desperta a curiosidade dos fãs em decifrar os enigmas.

Quer um exemplo nacional disso? Na música, A Revolta dos Dândis II dos Engenheiros do Hawaii, uma continuação da faixa de abertura do álbum, existe um encerramento com sinais de código morse. A mensagem nada mais é do que um pedido de socorro feito através do som da guitarra do Iron Maiden na música Empire of the Clouds, que narra o acidente sofrido pelo dirigível britânico R101, na sua primeira viagem em 1930.

Viu só como há muito mais do que imaginamos por trás desse sistema de comunicação? Isso e muito mais a respeito da história do mundo, você estuda na graduação de História da Unigran EAD. 

Portanto, se você gosta de ler sobre guerras, entender o passado das civilizações e compreender o que nos trouxe até onde estamos, essa pode ser a sua carreira ideal! Conheça mais a respeito do curso acessando o nosso site, clique aqui! 

Dúvidas a respeito dessa atuação no mercado? Leia também: O mundo da História: Tudo que você precisa saber


Como cuidar da pele durante o verão?

Com as temperaturas lá no alto e o sol cada dia mais intenso, a pele exige mais atenção e cuidados específicos. Por isso, para mantê-la saudável existem algumas práticas simples que devem ser inseridas a sua rotina de cuidados diários. Acompanhe o artigo e entenda como cuidar da pele durante o verão! 

O que acontece com a pele no verão?

A pele muda em cada estação do ano e essa mudança exige cuidados diferenciados, bem como uma atenção maior. Se no inverno ela tende a ficar mais ressecada devido aos banhos quentes, no verão o aspecto áspero pode aparecer, mas por outros motivos. 

Vamos entender quais os riscos que a pele corre durante essa estação do ano? 

Fica propensa à acne solar:

(Fonte da Imagem: Farma Delivery).

Mesmo quem não tem espinhas, é comum que nos dias de calor apareçam algumas “manchinhas”, conhecidas como acne solar. 

Esse tipo de situação costuma acontecer comumente no rosto. Entretanto, a acne solar pode aparecer também nos ombros, pescoço, colo e costas, principalmente nas peles com característica oleosa. 

Isso acontece em razão do contato de uma pele sem proteção com os raios ultravioleta. Existe, então, um aumento na produção de sebo com o objetivo de repor a oleosidade natural da pele, estimulando o famoso “efeito rebote”. 

Muda de tom:

Outra característica muito perceptível na pele durante o verão é a mudança no tom de pele. Essa alteração, por sua vez, se dá por conta de uma inflamação causada pelos raios UVB e UVA, que fazem com que a derme perca a capacidade de regeneração se não estiver protegida. 

Com isso, dependendo da quantidade de exposição e a intensidade das mesmas, a pele pode sofrer com queimaduras, descamação e, em casos mais graves, até insolação. 

Resseca:

Por último, mas não menos importante, está o ressecamento. As altas temperaturas no verão contribuem com o ressecamento da pele! 

Inclusive, alguns dos fatores que ocasionam esse ressecamento da pele no verão, são: 

  • Ar-condicionado;
  • Areia da praia;
  • Água salgada do mar;
  • Uso de sabonetes de limpeza profunda;
  • Cloro e outras substâncias presentes em piscinas.

Sendo isso tudo, estratégias que buscamos para nos refrescar justamente por conta das altas temperaturas, afinal, quem não ama passar um dia de verão na piscina, praia ou tirar aquele cochilo no ar-condicionado após o almoço? 

Então, para não precisar se livrar totalmente desses pequenos prazeres que trazem um pouco de paz para os dias de verão, é preciso ter um cuidado especial com a pele. 

Veja as dicas! 

Use protetor solar

(Fonte da Imagem: Elle).

Claro que essa dica não é válida apenas para o verão. Mas, quando as temperaturas estão altas, usar o protetor solar é indispensável para manter a saúde da pele! 

O protetor solar atua na proteção da pele contra os raios UVA (raios solares que alcançam a camada interna da pele – a derme) e UVB (raios solares que atingem a camada externa – a epiderme).

O nível de proteção é o chamado FPS (Fator de Proteção Solar), normalmente identificado por um número no rótulo do produto. Quanto maior o número, maior o fator de proteção! E, claro, existe a necessidade de reaplicar o produto durante o dia para garantir que a pele continue protegida. 

Mas, se você não entende muito bem como escolher o melhor fato para sua pele ou em qual frequência fazer os retoques, podemos te ajudar! Leia: Os reais benefícios do protetor solar.

Ah! E vale ressaltar que não é recomendado utilizar o protetor corporal para o rosto ou vice e versa. 

Redobre a hidratação

É fato que os raios solares podem deixar a nossa pele ressecada, por isso é importante intensificar a hidratação durante o verão. E não se engane, mesmo que sua pele seja oleosa, a hidratação ainda é necessária! 

O momento pós-banho é bastante propício para dar uma recarga de hidratação, já que os poros estão mais dilatados, o que facilita a absorção do produto utilizado.

De mesmo modo, a hidratação interna também se faz necessária e deve ser redobrada. Invista na ingestão de líquidos no verão, principalmente de água, priorizando beber pelo menos 2 litros por dia. 

Outra estratégia para se manter hidratado é comer frutas que têm alto teor de água, como melancia, melão e uva. 

Evite água quente

Mesmo com as temperaturas altas, existem pessoas que não abrem mão de um  banho quente. Mas isso é totalmente prejudicial à saúde da pele! 

O próprio hábito de tomar banho muito quente durante o inverno não é bom para o cabelo e muito menos para a pele, agora imagine no verão! 

Água com temperaturas muito altas prejudicam a hidratação da pele, já que a camada de gordura superficial acaba sendo retirada, reduzindo o nível de proteção e podendo provocar ressecamento, coceira e um aspecto mais grosso e áspero para a pele. 

Essas são apenas algumas dicas de como driblar essa estação do ano e manter a pele hidratada apesar das altas temperaturas. Mas, se você ama cuidar da pele a todo tempo e gosta de se aprofundar sobre produtos, rotinas e procedimentos, que tal conhecer a graduação de Estética e Cosmética

Na Unigran EAD você estuda as aulas teóricas a distância e práticas diretamente na unidade da sua cidade, tendo total aproveitamento da sua graduação. 

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Leia também: Cursos de saúde na modalidade híbrida, como funciona?


Romance policial, conheça esse subgênero da literatura

Atualmente, a série You, da plataforma de streaming Netflix, lançou uma nova temporada que explora e muito um subgênero da literatura: o romance policial. Dentro da narrativa, o protagonista Joe Goldberg, se vê na obrigação de entender a fundo essa trope literária a fim de desvendar o mistério que foi inserido contra sua própria vontade. 

Assim, para aqueles que amam ler ou que assistiram a série e ficaram curiosos para entender, é hora de conhecer a fundo esse subgênero instigante e cheio de surpresas. 

O romance policial dentro da série You

Ah! Antes de mais nada, fique tranquilo, não haverá spoilers por aqui. Tudo já foi mostrado no trailer ou na sinopse. 

Dentro da quarta temporada da série You, o protagonista Joe Goldberg, como consequência de seus atos anteriores, se vê obrigado a atuar como professor de literatura. 

É sabido que sua paixão por livros não é recente, mas praticamente um traço de sua personalidade conturbada. Inclusive, a própria série é baseada em livros. Assim, ensinar aos alunos um pouco sobre esse universo, era um desafio não muito complexo para Goldberg. 

Entretanto, a narrativa da série se expande quando ele é inserido em um mistério cuja a resposta está oculta. Joe, um controlador e manipulador nato, é despertado pelo desejo incessante de solucionar isso e encontrar o culpado. 

Mas, para isso, ele precisa se aventurar em livros que nunca foram de sua preferência. Dentre eles, os títulos mais famosos de Agatha Christie, a rainha do crime e mestre em romances policiais. 

Assim, em um ritmo lento, a série sustenta um mistério trazendo inúmeras referências que só quem é fã de romances policiais conseguiria pegar. Menções ao detetive famoso Hercule Poirot, aos desfechos de “Assassinato no Expresso do Oriente”. 

E, no fim, a quarta temporada cumpre todos os requisitos para ser uma trama de “quem matou”, incluindo reviravoltas e dicas que deixam clara a identidade do “assassino de ricos” desde o início.

O que é “Romance Policial”?

Ok. Ficou perdido em todas essas referências presentes na série? Então vamos dar alguns passos para trás. 

Um título caracterizado como romance policial está relacionado a narrativas que contam a história de um crime. 

Nelas, o narrador mantém o suspense até o final e o objetivo do leitor é tentar desvendar esse mistério juntamente do narrador, abrindo inúmeras possibilidades de teorias. 

Essas obras contam também, em sua maioria, com um detetive profissional, que utiliza métodos racionais para desvendar o mistério, observando pistas e conversando com suspeitos. 

Um dos detetives mais famosos é Sherlock Holmes, criação do escritor escocês Arthur Conan Doyle. E uma das escritoras mais conhecidas desse tipo de romance foi a inglesa Agatha Christie, criadora de Hercule Poirot. 

Agatha Christie (Fonte da Imagem: Não me Kahlo).

Entretanto, em alguns casos, o detetive narrador da história não leva de fato essa área como profissão, mas caí nela de paraquedas e tem outras motivações que o façam querer chegar ao fim desse caso. 

Leia também: Os detetives mais queridos da literatura 

A curiosidade e a literatura 

(Fonte da Imagem: Livraria Família Crista).

A curiosidade não só motiva o início da leitura, quanto sustenta a euforia de descobrir onde tantas pistas o levarão. Também por isso o subgênero romance policial é um dos mais conhecidos em todo o mundo.

Contudo, trazendo essa curiosidade para uma avaliação diferenciada, a série You conseguiu trazer essa mesma sensação para os telespectadores e aos mais atentos, também despertar o desejo de compreender as inúmeras referências literárias presentes. E que, claro, influenciam e muito nas decisões e comportamentos do personagem imerso em um romance policial cheio de teorias e pistas. 

Esse tipo de estratégia além de trazer a leitura para uma realidade mais próxima, tirando a ideia de que é algo difícil e inacessível, também gera essa curiosidade em entender como os livros ou autores mencionados se relacionam com a narrativa do seriado.

Gosta de entender melhor a respeito dos gêneros literários e tem vontade de seguir carreira nessa área? Conheça a graduação em Letras na Unigran EAD. Com uma disciplina por mês, você pode se formar estudando onde e quando quiser, bastando apenas ter acesso a internet. 

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Conheça o fungo que inspirou a série The Last of Us 

Se você gosta de acompanhar os lançamentos das plataformas de streaming, deve conhecer a nova série da HBO Max inspirada em um jogo: The Last of Us. Na série, os telespectadores são teletransportados para um futuro pós apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso após uma pandemia causada por um fungo. 

Mas fora das telas, será que esse fungo é mesmo real? E se for, o quão perto estamos dele? Acompanhe o artigo para descobrir! 

O fungo na ficção 

A série The Last of Us é inspirada numa franquia de jogos de videogames que foi lançada na última década pela produtora Naughty Dog.

A história tem como protagonistas Joel (Pedro Pascal), um contrabandista, e a adolescente Ellie (Bella Ramsey), que está sendo escoltada por ele. Ambos estão imersos em um futuro pós-apocalíptico onde fungos são capazes de controlar a mente das pessoas e transformá-las em uma espécie de zumbis.

A problemática da série teve início em setembro de 2013 através de alimentos contaminados com o fungo que vinham da América do Sul. Em poucos meses, mais de 60% da humanidade já tinha sido morta ou estava infectada.

Desse modo, a infecção pelo fungo Cordyceps tem quatro estágios. No primeiro, a vítima perde controle sobre o cérebro e começa a ter um comportamento agressivo. Depois de duas semanas, há perda da visão. 

O próximo estágio é a destruição da face e, na fase 4, que pode demorar até uma década, o fungo mata o hospedeiro e libera os esporos, que podem infectar outras pessoas. 

Assim, ao saber que esse fungo existe sim fora das telas, alguns telespectadores já ligaram o sinal vermelho. Mas calma, que na vida real, a coisa é diferente!

Fungo que foi inspiração para The Last of Us

(Fonte da Imagem: IBXK).

Existem milhares espécies dentre os fungos Cordyceps. Entre elas, está a Ophiocordyceps unilateralis sensu lato, que foi a inspiração para a infecção em The Last of Us. Essa espécie já foi encontrada em regiões da Mata Atlântica.

Porém, se em The Last of Us o maior medo era que esses fungos encontrassem os seres humanos, na vida real, a Ophiocordyceps é capaz de invadir apenas o organismo de insetos. 

Com isso, podem controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.

Mas as similaridades com a série ficam por aí. Ainda que outros fungos estejam se tornando uma preocupação nas últimas décadas, esse patógeno em específico não consegue fazer o mesmo com seres humanos. 

De onde saiu a ideia de usar um fungo real? 

Em entrevistas, os criadores da história, Bruce Straley e Neil Druckmann, disseram que a inspiração para a série veio em por um episódio de um documentário Planet Earth da BBC, que detalhou os efeitos assustadores do fungo Cordyceps. 

Logo, Neil Druckmann se pegou pensando “E se isso afetasse os humanos?”. Assim surgiu a ideia para o game. “Seria um destino pior do que a morte, ter sua mente ainda ali, mas algo controlando o seu corpo”. E não é que a ideia deu certo? 

Como esse fungo funciona na vida real? 

(Fonte da Imagem: Folha Pé).

A Ophiocordyceps unilateralis sensu lato se espalha dentro do corpo de uma formiga entre 24 e 48 horas, fazendo com que seus neurônios motores sejam afetados, transformando-a em uma espécie de “zumbi”, se assim pode-se dizer. 

Assim como no jogo, a infecção pode se espalhar através de esporos de um determinado ambiente. Desse modo, mesmo que o cérebro do hospedeiro permaneça funcional, o parasita o controla até atingir o sistema nervoso central, o que pode levar até duas semanas após a infecção. 

Após esse período, o inseto morre, permitindo que o fungo inicie um novo ciclo de proliferação através dos esporos.

Contudo, vale ressaltar que apesar de ser um pouco assustador, nem todos os fungos são ameaçadores, também por isso é interessante diferenciar a ficção da realidade. Afinal, existem muitos fungos que possuem diversas funções importantes na medicina e no meio ambiente.

E se você faz parte do grupo de pessoas que gostam de entender a fundo como tudo isso acontece, conheça a graduação em Ciências Biológicas da Unigran EAD. Então, após a formação, você será mestre em detectar o que é ou não verdade em todas as novas séries e conteúdos dos meios de streaming. 

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