Graduações para quem quer empreender

O desejo de empreender está presente na vida de muitos brasileiros. Seja pelo anseio em ter seu próprio negócio, pela liberdade dos horários de trabalho, ou até mesmo, pela necessidade de uma renda extra.

Contudo, nem só da vontade de crescer vive uma empresa, e é por isso que buscar a graduação como uma aliada do empreendedorismo é fundamental para aumentar suas chances de sucesso. 

Continue a leitura para entender mais sobre o assunto e conhecer alguns cursos que podem te ajudar!

O crescimento do empreendedorismo

A cada ano, cresce o número de empresas abertas no Brasil. Segundo a Receita Federal, só em 2022, mais de 2,5 milhões de MEIs (Microempreendedores Individuais) foram criados. O que equivale, em média, a 7,2 mil empresas abertas por dia.

Nosso espírito empreendedor é tão forte que, segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2021, “ter o próprio negócio” é o 3º maior sonho dos brasileiros, enquanto o sonho de “fazer carreira em uma empresa” aparece apenas no 8º lugar da lista. 

Mas além da vontade de ser seu próprio chefe, muitos outros fatores influenciaram esse aumento na abertura de empresas. 

A própria pandemia do Covid-19 fez com que muitas pessoas perdessem seus empregos e vissem a necessidade de buscar uma nova oportunidade, que para muitos, veio através do empreendedorismo.

Cuidados antes de empreender 

Abrir seu próprio negócio não é uma tarefa fácil. Por isso, é preciso ter uma ideia de produto ou serviço em mente, fazer muito planejamento e pesquisa, entender como funciona o mercado no qual pretende atuar, etc. 

E além de todos esses fatores técnicos, para ter sucesso em sua própria empresa também é necessário ter muito conhecimento empresarial!

Um levantamento realizado pelo SEBRAE apontou que 29% dos MEIs fecham suas portas antes de chegarem aos 5 anos de funcionamento. E é exatamente pela falta de conhecimento, para a tomada de decisão estratégicas, que muitas empresas fecham as portas.

Pensando nisso, nós trouxemos algumas graduações que vão fazer a diferença para quem quer empreender. Confira!

(Fonte da imagem: Consulting House).

Graduações para quem quer empreender

Administração

A primeira delas é a graduação em Administração. Como o próprio nome sugere, esse curso vai oferecer uma ótima base para quem quer aprender a administrar uma empresa.

O formando em Administração estudará assuntos como: Contabilidade Comercial, Ferramentas e Métodos de Gestão, Planejamento Estratégico e Gestão de Custos, dentre muitos outros. 

E é com a ajuda desses aprendizados, que o empreendedor vai poder ter ainda mais segurança no momento de abrir e gerenciar sua própria empresa.

Engenharia de Produção

Já o profissional de Engenharia de Produção estará capacitado a realizar o gerenciamento de pessoas e capital, assim como, dos materiais e da própria produção dentro da empresa.

Com esse curso, o aluno desenvolve as técnicas necessárias para que a organização funcione da maneira mais eficiente e produtiva possível. 

É uma ótima opção para quem procura um conhecimento multidisciplinar, capaz de uma gestão inovadora e sempre em busca dos melhores resultados.

Marketing

Não importa qual seja o seu produto, ou mesmo, o tamanho da sua empresa, o marketing é essencial para seu crescimento e sucesso.

Por isso, quem sonha em empreender e domina estratégias de marketing tem mais chances de alcançar bons resultados dentro de um mercado cada dia mais competitivo.

Afinal, dentro da graduação em Marketing, o aluno aprenderá a identificar o comportamento do consumidor e buscar estratégias para impactá-lo, bem como, estudar seus concorrentes, as principais estratégias dentro do marketing digital e mais.

Ciências Contábeis

Um dos principais motivos para o insucesso de um empreendimento está ligado ao aspecto monetário da empresa. Por essa razão, o curso de Ciências Contábeis traz ao aluno os conhecimentos específicos para uma gestão mais eficiente dentro da perspectiva financeira.

Portanto, o profissional contábil estará apto a lidar com as questões legais e fiscais da empresa, tal qual, a tomada de decisões estratégicas que envolvam a controladoria, contabilidade de custos e a estruturação do novo negócio.

Gestão Comercial

Por fim, a graduação em Gestão Comercial traz ao aluno o conhecimento necessário para acompanhar as mudanças no mercado e na economia, a fim de agir com maior rapidez às ameaças e oportunidades apresentadas.

Através deste curso, o formando aprenderá sobre gestão de pessoas, equipes e projetos, planejamento estratégico empresarial, comportamento do consumidor, análise de custos e muito mais.

Enfim, agora que você já conheceu alguns dos cursos que vão te ajudar a empreender, basta escolher qual deles se encaixa melhor nos seus interesses e investir no seu futuro!

Todas as opções apresentadas estão disponíveis na modalidade a distância, aqui na Unigran EAD, com aulas on-line e em uma plataforma exclusiva para você estudar onde e quando quiser. Clique aqui para acessar nosso site.

Leia também: Profissões em alta para 2023: saiba em qual carreira investir


Cargo Júnior, Pleno ou Sênior: saiba seu nível e como evoluir

Quem está dentro do mundo corporativo ou está em busca de um novo emprego, já se deparou com vagas que levam as nomenclaturas de cargo Júnior, Pleno ou Sênior. Mas afinal, qual a diferença entre elas e como saber para qual delas você deveria se candidatar?

Neste artigo você vai aprender o que muda de um nível para o outro e, ainda, como você pode realizar sua escalada profissional.

Qual a importância dessa nomenclatura?

Quando uma empresa anuncia uma vaga de programador pleno, por exemplo, o que ela está fazendo é determinar o grau de experiência, capacidade de execução de tarefas e, até mesmo, o nível de maturidade profissional desejado para os candidatos que se inscreverão naquela função.

Esses termos também auxiliam no entendimento hierárquico das empresas. Assim, fica mais fácil entender quais as obrigações de cada cargo, ou mesmo, definir o desenvolvimento esperado sobre cada um deles.

Diferença entre Júnior, Pleno e Sênior

Inicialmente, vale ressaltar que não existe uma fórmula certa para a determinação desses cargos. Cada empresa pode escolher o tempo de experiência mínima para cada uma delas, assim como a variação salarial de acordo com a função, área de atuação, etc.

Mas mesmo sem uma regra definida, existem algumas diferenças básicas entre elas.

Nível Júnior

As pessoas que estão no cargo de nível Júnior são pessoas que concluíram sua graduação recentemente e estão iniciando sua jornada profissional.

Normalmente, os cargos neste nível possuem uma menor complexidade de tarefas, com menores exigências. Profissionais Juniores também costumam precisar da orientação de outros profissionais para a execução de suas funções, não possuem autonomia para tomada de decisões e, por isso, tendem a cumprir atividades operacionais.

O tempo médio para permanência nesse estágio é de 2 a 5 anos.

(Fonte da imagem: Entendendo BI).

 

Nível Pleno

No nível Pleno estão os profissionais com 5 a 9 anos de experiência no mercado. 

Eles têm maior maturidade e conhecimento sobre a profissão, logo, possuem maiores responsabilidades dentro da empresa, podendo até gerenciar projetos.

No entanto, os atuantes em nível Pleno ainda não são totalmente autônomos, já que ainda dependem dos seus superiores para tomada de decisões.

Nível Sênior

Já o nível Sênior destina-se para quem já está pronto para a liderança! 

Um profissional Sênior tem cerca de 10 anos de experiência e já possui maturidade para lidar com tarefas de extrema complexidade, bem como, resolver problemas e tomar decisões difíceis. 

Mas vale lembrar, novamente, que o tempo médio para cada estágio pode mudar de acordo com cada empresa. Em locais com hierarquias mais rígidas, esse período pode até se assemelhar ao apresentado no artigo, mas em outras organizações, como startups, por exemplo, é bem mais comum que os profissionais se aprimorem com maior rapidez e subam de nível em menos tempo.

Como saber em qual nível você está?

Bem, considerando que não existe uma definição específica para cada nível, é importante levar em consideração as informações apresentadas anteriormente e analisar sua própria experiência profissional.

Mas caso o seu cargo no último emprego esteja, por exemplo, como contador Júnior, você já pode usar essa base para definir seu nível.

É importante dizer que não é algo extremamente necessário apresentar essa nomenclatura no currículo. Você pode, inclusive, deixar essa parte a cargo da própria empresa. A falta dessa classificação poderá ser prejudicial apenas caso a empresa faça a seleção de candidatos através de busca por palavra-chave, logo, a ausência dela poderá te deixar de fora dessa separação.

O que fazer para subir de nível?

A escalada profissional é o objetivo de todos, afinal, entramos no mercado de trabalho já pensando em cargos mais altos, melhores salários e maiores benefícios.

(Fonte da imagem: Vanusa Cardoso).

Portanto, uma promoção no trabalho é o caminho para alcançar essa meta! E além do tão desejado aumento salarial, uma promoção vai trazer também grandes experiências profissionais, que te ajudarão a estar cada vez mais preparado para o próximo nível.

E para quem deseja ter ainda mais chances de subir de categoria, abaixo estão algumas dicas que podem auxiliar na sua escalada:

Conheça ao máximo a empresa

Saiba a história da empresa em que trabalha, sua missão, valores, o que dizem sobre ela, quais seus concorrentes e tudo mais que puder. Afinal, espera-se que alguém em nível Sênior tenha muito mais domínio sobre o local no qual trabalha que alguém no nível Júnior. 

Seja proativo

Tome a iniciativa, antecipe possíveis problemas e busque soluções diferentes para eles. Pessoas proativas se destacam mais facilmente na equipe.

Fale sobre o seu trabalho

Às vezes esquecemos de dar o devido valor ao nosso trabalho e, quando nem nós mesmos fazemos isso, ficamos à mercê de um olhar mais atento do nosso superior para sermos reconhecidos.

Por isso, é essencial que saibamos expor nossas atividades e contribuições que impactam para o crescimento da empresa, ou mesmo, do time do qual fazemos parte.

Busque qualificação

E, claro, que para quem deseja subir de nível profissional, a busca constante por qualificação não pode ficar de fora dos planos!

Seja através de uma graduação ou uma pós-graduação, o aprendizado contínuo permite ao profissional estar sempre atualizado para o mercado de trabalho. 

Além disso, buscar novos conhecimentos, vai mostrar que você é alguém interessado em aprender e se desenvolver na carreira, o que ajudará, e muito, no momento de buscar sua promoção. 

Agora que você já sabe o que pode fazer para avançar na sua escalada profissional, basta colocar em prática as dicas e dar mais um passo rumo ao emprego dos sonhos.

Quer começar a deixar seu currículo ainda mais interessante? Venha conhecer os cursos on-line da Unigran EAD! São inúmeras opções de cursos reconhecidos pelo MEC, com material didático exclusivo para estudar sem sair de casa. Saiba mais clicando aqui!

Leia também: Lifelong Learning: Tudo sobre estudo contínuo


Sono: fases e dicas para dormir melhor

Estresse, dificuldade em manter o foco, baixa produtividade, são muitos os malefícios de uma noite mal dormida. E, com o ritmo de vida cada vez mais acelerado, ter uma boa rotina de sono faz realmente a diferença no cotidiano.

Se você também sente que o estado de sonolência atrapalha seu desempenho durante o dia, continue a leitura e aprenda como ter uma rotina de sono mais saudável!

As Fases do Sono:

Sempre que dormimos, passamos por estágios que vão desde o estado de vigília até o relaxamento total do corpo. Essas etapas acontecem repetidamente durante o sono, de uma maneira cíclica, e são separadas entre as fases chamadas de sono Não-REM e sono REM.

A nomenclatura REM vem da sigla em inglês cujo significado é Rapid Eye Movement, ou em português, Rápido Movimentos dos Olhos.

Cada uma dessas fases tem sua função durante o descanso, assim como durações diferentes que também variam de um ciclo para outro. 

Fase 1 do sono Não-REM

A primeira fase dura poucos minutos e consiste em um sono bastante leve. É o momento de transição entre a vigília (quando se está acordado) e o período de sono. Neste estado, o corpo começa a relaxar, a respiração fica mais lenta e as ondas cerebrais começam a se modificar para entrar no próximo estágio. 

Tabela do Estágio do Sono
(Fonte da imagem: Vigilantes do Sono).

Por se tratar de um sono leve, perturbações no ambiente podem fazer com que a pessoa desperte com muita facilidade. Ah! E sabe aquela sensação de acordar caindo? É nessa fase do sono que ela pode acontecer.

 

Fase 2 do sono Não-REM

Na fase 2 já estamos dormindo de fato. O corpo entra em um estado ainda mais relaxado, o movimento dos olhos cessa, a temperatura corporal começa a baixar e a atividade cerebral também diminui, mas mantendo alguns picos de atividade para evitar que barulhos externos perturbem seu sono.

Esse estágio dura, no primeiro ciclo, cerca de 20 minutos, mas é a fase onde costumamos passar a maior parte da noite.

 

Fase 3 do sono Não-REM

Só então, na fase 3, chegamos ao sono profundo. Essa é a última fase de sono Não-REM e é de extrema importância para o hormônio do crescimento, para a imunidade e também para a criatividade.

É nesse estágio onde o corpo vai estar completamente relaxado e entrando em um sono reparador. Aqui os estímulos externos já não lhe acordam com facilidade. 

Outra curiosidade é que é nessa fase que o sonambulismo ou o ato de falar enquanto dorme pode acontecer.

Fase 4 do sono REM

Encerrando o primeiro ciclo, chegamos a fase do sono REM. Ela acontece pela primeira vez após 90 minutos dormindo.

Nessa fase as ondas cerebrais aumentam, assim como a respiração e os batimentos cardíacos, o movimento dos olhos também aumenta drasticamente, como se observássemos muitos acontecimentos. É então que os sonhos acontecem!

Apesar do crescimento de respostas do nosso corpo, os músculos ainda se encontram bem relaxados, por isso, não há grande movimentação corporal, impedindo também que você vivencie o que está sonhando.

No estágio 4 também se torna mais fácil acordar alguém, mas ao despertar, é comum que essa pessoa se sinta atordoada ou muito sonolenta.

Essa fase pode durar de 10 a 60 minutos e fica cada vez maior a cada repetição.

Depois que o estágio de sono REM chega ao fim, um novo ciclo do sono recomeça com a fase de sono 1 Não-REM. O esperado é que, em uma noite típica, tenhamos de 4 a 6 ciclos de sono.

Como a privação do sono afeta sua saúde?

Sabemos que a qualidade do sono está diretamente relacionada a nossa saúde física e mental. Por isso, quando somos privados de um bom período de descanso, seja de forma crônica ou não, também vemos mudanças na nossa saúde de forma geral.

(Fonte da imagem: RBS Direct).

Pessoas que têm problemas para dormir também apresentam maior risco de doenças cardiovasculares, como infartos e derrames. 

Outros distúrbios como a diabetes, pressão alta, obesidade e até problemas de saúde mental, como a depressão, também estão associados à privação do sono.

O que fazer para dormir melhor?

Já sabendo da importância de uma noite bem dormida, mas o que fazer quando a insônia aparecer? 

Para garantir que você tenha um descanso reparador e acorde na manhã seguinte com muita disposição, separamos algumas dicas que vão te ajudar a dormir melhor. 

Iluminação e ruídos

Dê preferência aos locais com baixa luminosidade. O uso de vendas pode ser uma ótima opção para que a luz de aparelhos, como o ar-condicionado, por exemplo, não te atrapalhem.

Já em relação aos ruídos, para algumas pessoas, um ambiente silencioso é mais indicado para um sono mais tranquilo. Porém, algumas pessoas podem se sentir mais relaxadas com a ajuda de ruídos brancos, como o barulho de chuva, por exemplo. Vale testar e observar qual opção trouxe mais benefícios.

Exercício físico e meditação

Um treino intenso é uma ótima maneira de gastar bastante energia e combater a insônia. Outros tipos de exercícios, como a Yoga, também trazem muitos benefícios para relaxar o corpo e ajudar a alcançar o sono mais rápido.

Para quem costuma ter problemas com ansiedade, a meditação pode ser a solução perfeita para conseguir desacelerar a mente.

Evite as telas

A exposição excessiva aos dispositivos eletrônicos também prejudica nossas noites de descanso. Isso porque toda a iluminação gerada por esses aparelhos dificulta o entendimento do nosso cérebro sobre a hora de dormir.

(Fonte da imagem: Trans Transporte).

Por isso, além de evitar as telas cerca de 2 horas antes de dormir, também é indicado reduzir a iluminação da casa de maneira geral.

Alimentação balanceada

A alimentação é outro fator importante quando o assunto é qualidade do sono. 

Dê preferência por alimentos leves antes de dormir, pois o excesso ou mesmo as comidas “pesadas”, podem causar indigestão e refluxo.

Lembre-se também de evitar bebidas com cafeína durante a noite. Para algumas pessoas o indicado é restringir o consumo dessa substância até no máximo o meio-dia, para que o corpo consiga liberá-la até o horário de ir dormir.

Bem, agora que você já viu as dicas para melhorar a rotina do seu sono, basta colocar em prática e aproveitar os benefícios que essa mudança vai trazer para o seu dia a dia. 

E se você está buscando uma vida ainda mais saudável em 2023, saiba que aqui no Blog da Unigran EAD você encontra vários conteúdos com dicas para te ajudar a alcançar esse objetivo.

Leia também: Dicas para aderir hábitos saudáveis em 2023!


Dicas para criar sua Reserva de Emergência

Mesmo planejando cada detalhe do nosso dia a dia, não estamos livres de imprevistos. Mas apesar de não conseguir prever ou impedir, o que podemos fazer é nos preparar para essas ocasiões com uma Reserva de Emergência! 

Acompanhe a matéria para aprender mais sobre a Reserva de Emergência e, ainda, conferir algumas dicas para montar a sua!

Porque você deve ter uma Reserva de Emergência

Primeiramente, é importante entender o que é a tal Reserva de Emergência. Essa reserva também é chamada por outros nomes, como: Colchão, Colchão de Emergência, Colchão Financeiro, Fundo de Emergência ou Emergencial. 

A Reserva de Emergência é o primeiro passo para quem deseja começar a se aventurar no mundo dos investimentos, mas não serve exclusivamente para eles! 

Ela se trata de um valor que será separado para ser utilizado apenas ao surgimento de algum imprevisto, servindo como uma segurança para você e sua família, por isso, é indicado que todo mundo tenha uma.

Como dito anteriormente, esse saldo deve ser destinado para eventualidades, ou seja, a perda de um emprego, uma emergência hospitalar, um reparo residencial urgente, dentre outros. 

Além disso, este fundo servirá para te ajudar a fugir do endividamento, pois reduz a chance de você precisar realizar um empréstimo com o banco, por exemplo. Portanto, quando se tem uma Reserva de Emergência, não há a necessidade de pagar grandes taxas de juros ou de usar exageradamente o cartão de crédito. 

(Fonte da imagem: Roteiro Baby).

 

Qual o valor ideal para seu Fundo Emergencial?

A quantidade ideal para compor o Fundo de Emergência vai variar de caso para caso. E para saber calcular o seu, primeiro, é preciso saber quanto custam seus gastos mensais, incluindo os fixos e os variáveis.

Então, comece colocando no papel toda e qualquer despesa que você e/ou sua família tenha para viver confortavelmente durante o mês. Nesta conta deve incluir aluguel, água, energia, lazer, etc. 

É importante não confundir o custo mensal com seu salário!

Para exemplificar: se seu salário é de R$ 5.000, mas você só precisa de R$ 2.000 para pagar todas as suas despesas, então o cálculo deverá ser feito em cima desse último valor.

Com isso em mente, a quantia ideal para compor sua Reserva de Emergência é equivalente a, em média, 6 meses de despesas. Ou seja, no exemplo anterior, seriam R$ 12.000. 

Lembre-se que no caso de uma pessoa com muitos dependentes ou de alguém que está realizando um financiamento, por exemplo, uma reserva de 6 meses talvez não seja o suficiente para dar toda a segurança necessária, então, aconselha-se que para esses, o montante seja equivalente a 12 ou até 18 meses de despesas. 

Neste mesmo sentido, para aqueles que não possuem muitos gastos ou são dependentes de outra pessoa, o valor para a reserva pode ser até menor que 6 meses. 

Dicas para montar sua Reserva de Emergência

Agora que já entendeu o que é e como calcular sua Reserva de Emergência, vamos ver algumas dicas para colocar em prática e alcançar sua segurança financeira!

Não espere o dinheiro sobrar

Guardar dinheiro ao final do mês é um grande desafio para muitas pessoas. Temos o hábito de nos adaptarmos às condições em que estivermos, por isso, quando temos um pouco de dinheiro sobrando, costumamos gastá-lo ao invés de aproveitar a oportunidade para poupar.

Com isso, a primeira dica para conseguir montar seu Colchão de Emergência é guardar uma parte do dinheiro já após o recebimento do pagamento. Assim, você não corre o risco de ficar aguardando um saldo que não sobrará no final do mês. 

Comece aos poucos

A Reserva de Emergência é algo indispensável para qualquer pessoa que busque estabilidade e segurança financeiramente. Isso porque quem não costuma ter muito dinheiro sobrando e não possui uma reserva, sempre precisará enfrentar situações desagradáveis para lidar com qualquer imprevisto.

(Fonte da imagem: Freepik).

É por essa razão que, mais importante que conseguir construir seu Fundo de Emergência em pouco tempo, é obter uma constância de investimento. Ou seja, todos os meses, guarde 

uma parcela da sua renda para sua Reserva, mesmo que em algum momento você só consiga separar R$ 30,00 para esse objetivo. Com um pouco de cada vez, conseguimos grandes feitos!

Reduza gastos

E quando fechamos o mês no negativo ou não conseguimos guardar nada de um mês para o outro? Bem, nesses casos, existe a opção de buscar uma nova fonte de renda ou reduzir os gastos atuais. Você pode abrir mão de alguma despesa extra por um tempo, negociar descontos nas suas despesas fixas e evitar ao máximo as compras por impulso.

Leia também: Educação financeira: como começar a se educar financeiramente?

Defina metas

Como todo objetivo a ser alcançado, é importante estabelecer algumas metas para sua conclusão. Assim, além de conseguir organizar melhor todas as despesas, você também consegue definir com mais clareza o período de redução de gastos, por exemplo.

Viu como ter sua Reserva de Emergência não é uma tarefa impossível? Você pode começar hoje mesmo e conquistar sua segurança financeira! 

E se economia é um assunto no qual você tem interesse em aprender ainda mais, conheça o curso de Ciência Econômicas da Unigran EAD. Com ela você estuda on-line, em uma plataforma exclusiva e com todo o suporte necessário para uma graduação de excelência. Saiba mais no site.


Imposto de Renda: quem precisa declarar e como fazer?

A Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) costuma ser um assunto que gera muitas dúvidas. O prazo de entrega, quem tem obrigatoriedade de declarar e quais os documentos necessários são apenas algumas das questões feitas todos os anos pelos contribuintes.

Leia o artigo para entender melhor como funciona essa declaração e a quem você pode pedir ajuda para realizar a sua!

Quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda?

O Imposto de Renda, contribuição que, em 2022, completou 100 anos de existência, tem papel importante no desenvolvimento do país. Todos os anos, parte do valor arrecadado é destinada à serviços em benefício aos cidadãos, em áreas como educação, saúde, cultura, segurança, dentre outros.

Mas mesmo que traga vantagens para todos, nem todo mundo tem a obrigação de enviar a declaração de Imposto de Renda. 

Em 2023, foram anunciadas algumas mudanças! Veja abaixo os critérios para identificar quem precisa fazer a declaração, segundo a Receita Federal:

  • Cidadão residente no Brasil que recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 anual (aproximadamente R$ 2.380 por mês), incluindo salários, aposentadorias, pensões e aluguéis;
  • Recebeu rendimento isento, não tributável ou tributado exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil;
  • Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação (venda) de bens ou direitos sujeito à incidência do Imposto;
  • Quem tinha, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$ 300 mil, inclusive terra nua;
  • Quem efetuou operações em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, durante o ano-calendário e conquistou o somatório de vendas, inclusive isentas, superior a R$ 40 mil;
  • Quem realizou operações em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas sujeitas à incidência do imposto;
  • Produtor rural que obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50;
  • E os produtores rurais que pretendam compensar, no ano-calendário de 2022 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2022.

Como declarar?

Para fazer a declaração de Imposto de Renda, os contribuintes têm a opção de baixar o Programa de Imposto de Renda para 2023. Além disso, também pode fazer sua declaração on-line, através do portal e-CAC, ou com o aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para Android e IOS.

Para 2023, desde o primeiro dia de entrega (que começou em 15 de março), todos os declarantes, com conta nível prata ou ouro no Gov.br já poderiam optar pela declaração pré-preenchida. Medida que visa reduzir os enganos durante o preenchimento da declaração.

Aplicativo Meu Imposto de Renda
(Fonte da Imagem: RBS dIRECT).

 

Documentos necessários:

  • CPF dos dependentes;
  • Informe de rendimentos das empresas (para empresas, bancos e corretoras de investimentos);
  • Extrato do INSS (para aposentados e pensionistas);
  • Comprovante de rendimento e pagamento de aluguéis;
  • Recibos de médicos, dentistas e educação;
  • Comprovantes de compra e venda de bens.

Lembrando que neste ano, o prazo para entrega da declaração é até o dia 31 de maio!

Outra data importante é para quem precisará realizar o pagamento do Imposto de Renda e quiser fazê-lo através do débito automático da primeira cota ou cota única. Portanto, para esses casos, a entrega deve acontecer até o dia 10 de maio, mesma data limite para a realização do débito.

Confira abaixo a data de vencimento para as demais parcelas da cota:

  • Vencimento da 1ª cota ou cota única: 31/05;
  • Vencimento da Darf referente aos fundos tutelares da criança, dos adolescentes e da pessoa idosa: 31/05;
  • Vencimento das demais parcelas da cota: último dia útil de cada mês (até dia 28/12, pagamento da 8ª cota).

Restituição do Imposto de Renda

A parte mais aguardada da declaração do Imposto de Renda é a famosa restituição. Ela serve para devolver aos contribuintes parte dos impostos arrecadados por ele, desde que haja o pagamento de um valor maior que o necessário. 

O montante restituído varia de pessoa para pessoa, mas existem alguns gastos que podem ser deduzidos, aumentando o valor que será recebido na restituição.

O que pode ser deduzido do Imposto de Renda?

  • Saúde: consultas, exames, planos de saúde, psicólogos, dentistas, fisioterapia, dentre outros, com dedução integral;
  • Educação: do Ensino Fundamental ao Doutorado, incluindo Ensino Técnico, com dedução de até R$ 3.561,50;
  • Dependentes: pais, filhos, enteados e companheiros. Dedução de até R$ 2.275,08, por dependente;
  • Pensão alimentícia: apenas quando estabelecido em decisão judicial;
  • Previdência Privada: abate de 12% da renda bruta anual na declaração de Imposto de Renda para quem realiza aplicações em Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL);
  • Doações: destinadas aos fundos de assistência à criança e adolescente, para fundos de assistência ao idoso, de incentivo à cultura, à atividade audiovisual e ao desporto.

Por isso, é importante lembrar que todas as despesas declaradas devem estar justificadas com seus respectivos comprovantes de pagamento, nota fiscal, recibo, etc., e que neles constem os dados (nome e CPF) do contratante e contratado.

A quem posso pedir ajuda?

Mesmo não sendo uma tarefa tão difícil, há quem prefira contratar um profissional para a realização da DIRPF. 

(Fonte da imagem: Funcional Contabil).

Afinal, para quem terá que enviar a declaração pela primeira vez, é comum surgirem muitas dúvidas. Ainda mais por ser um assunto rodeado por termos técnicos, que não são tão conhecidos por quem está fora da área de Ciências Contábeis.

Portanto, para aqueles que preferirem ter o auxílio de um profissional, o segredo é procurar a ajuda de um contador. Ele terá todo o conhecimento necessário para realizar a declaração de Imposto de Renda da melhor forma possível.

Mas se você se identificou com o assunto, gosta de exatas e pensa em transformar esse interesse em uma profissão para o futuro, venha conhecer a graduação em Ciências Contábeis da Unigran EAD! 

Assim você poderá conquistar seu diploma em 4 anos, estudando sem sair de casa e com professores Mestres e Doutores. Saiba mais sobre o curso no site!


Brain Dump: como esvaziar a mente para uma rotina mais produtiva

A agitação do dia a dia, por muitas vezes, nos deixa atordoados com inúmeras ideias que rondam nossa cabeça. E quanto mais retemos informações, mais nós ficamos estressados, preocupados, ansiosos e, até mesmo, usamos da procrastinação para adiar alguns afazeres.

Se você se sente constantemente de “cabeça cheia”, então precisa conhecer o Brain Dump!

O que é Brain Dump? 

Sabe quando tudo parece tão conturbado que até nossas ideias ficam bagunçadas dentro da cabeça? Então, nesses momentos, é comum que a insegurança também apareça e, com ela, a frustração. E é assim que a produtividade cai e somos pegos pela auto sabotagem.

É para essas situações que o Brain Dump é indicado.

Na tradução literal, Brain Dump significa “Despejo de cérebro”. Essa técnica tem como objetivo ajudar na reorganização de pensamentos, para que seja possível entender melhor tudo aquilo que precisa ser feito e, até, identificar problemas com os quais você não precisa se preocupar naquele instante.

Exemplo de Brain Dump
(Fonte da imagem: Lets Live and Learn).

Como fazer seu Brain Dump?

Além dos muitos benefícios, o Brain Dump também tem como grande vantagem ser um método extremamente fácil, prático e acessível. Por isso, é muito simples fazer o seu!

Escolha um local

Para fazer o seu próprio Brain Dump você só vai precisar de um local para fazer anotações. Ou seja, ele pode ser feito em um bloquinho de papel, uma agenda, um documento no Word ou onde preferir. Portanto, o que realmente importa é que ele seja feito sempre no mesmo local e, de preferência, onde você possa ter acesso com facilidade, para caso precise rever alguma anotação.

Escreva, escreva, escreva

Agora, vamos colocar esse método realmente em prática! Para isso você só precisa escrever tudo que está na sua cabeça. Tudo mesmo! 

Primeiramente, coloque no papel tudo que estiver preocupando, todos os sentimentos que está sentindo, as tarefas que estão pendentes, etc. Deixe fluir os pensamentos, sem se preocupar com a ordem e evite ao máximo julgar aquilo que vem à sua mente. 

Você pode fazê-lo em tópicos ou em um texto corrido e, caso não saiba o que escrever, procure analisar áreas como: casa, trabalho, estudos e vida social.

Reorganize as ideias do Brain Dump

Depois que já estiver anotado todos os seus pensamentos, é hora de reorganizar!

Nesse momento você pode atribuir diferentes cores para cada área, grifar conforme a importância, enumerar por grau de prioridade ou repassar essas informações, ordenadamente, para seu planner ou bullet journal.

Leia também: Bullet Journal: O que é e como ele pode te ajudar?

Exemplo de Planner Semanal
(Fonte da imagem: Shopee).

 

Priorizar, excluir ou delegar?

Quando aqueles pensamentos soltos estiverem listados e organizados, você poderá dedicar sua atenção à análise de cada item. 

Esse é um ótimo momento para verificar em quais tarefas você vai precisar empregar mais tempo e esforço, assim como qual tarefa pode ser delegada ou depende de outra pessoa para seu cumprimento. É possível até mesmo identificar algumas preocupações das quais precisamos nos desapegar, como por exemplo, um compromisso marcado para o próximo mês, mas que está ocupando sua cabeça desde já. 

Assim, para deixar essa etapa ainda mais simples, você pode estruturar seus afazeres em 3 colunas que você pode chamar de: Hoje ou Urgente, Em breve e Para depois.

Coloque na coluna “Hoje” todas as tarefas que precisam da sua atenção com urgência e possam ser resolvidas durante aquele dia. Destine ao “Em breve” tudo aquilo que precisa ser feito com prioridade, mas sem a necessidade de ser realizada naquele mesmo dia. E em “Para depois” todos os compromissos que, como o nome já diz, podem ficar para depois.

Leia também: Urgente ou importante? Aprenda organizar seu tempo

Mas e a ansiedade de lidar com essas tarefas futuras? Bem, para administrar melhor todas essas demandas, evitando ao máximo sofrer com a ansiedade, você deve traçar um plano de ações necessárias para cada item da sua lista. Ou seja, se o compromisso do próximo mês já é motivo de preocupação, o melhor é listar o que você precisará para esse evento, com todas as ações devidas e até mesmo estipular uma data para que cada etapa seja concluída.

Benefícios do Brain Dump:

Agora que você já entendeu como pode montar seu próprio Brain Dump, veja também alguns dos benefícios que esse método traz para sua rotina.

Com essa prática você consegue:

  • Organizar tarefas por prioridades;
  • Traçar estratégias para a resolução dos problemas;
  • Reduzir o estresse e ansiedade;
  • Diminuir a sensação de sobrecarga;
  • Reunir informações importantes em um só lugar;
  • Manter uma melhor organização;
  • Melhorar a memória;
  • Ter mais foco e concentração.

Viu quantos benefícios? Ah! E você pode fazer seu Brain Dump sempre que houver necessidade.

Ele pode ser um ótimo método para começar seu dia, listando as tarefas diárias, por exemplo, ou mesmo, antes de dormir, para organizar os afazeres do dia seguinte e até pensamentos que causariam insônia.

Agora que você já sabe como fazer, coloque o Brain Dump no seu cotidiano e aproveite uma vida mais organizada e produtiva.


Como cuidar de suculentas?

Elas fazem parte da decoração das casas, jardins e, até mesmo, das mesas de escritório de muitas pessoas. Por exibirem inúmeras variações, as suculentas, podem ser encontradas em diferentes cores, texturas e formatos, perfeita para quem busca uma planta de beleza sem igual, mas com pouca manutenção.

Quer saber como cuidar das suas suculentas da melhor maneira? Continue a leitura e descubra!

Cuidados com as suculentas:

Como dito antes, essas plantas possuem uma enorme quantidade de variações. Hoje em dia, já são mais de 20 mil espécies catalogadas! Mas apesar dessa diversidade, existem algumas dicas que servem para os cuidados de forma geral. Vamos conferir?

(Fonte da imagem: My Garden).

Escolha do vaso

Ao comprar uma suculenta, o mais comum é que ela venha dentro de um pequeno vaso plástico. Esse modelo, apesar de prático, não é o ideal para a sua planta, isso porque eles limitam o desenvolvimento das raízes. Por isso, é importante realizar a troca de vaso assim que observar os primeiros sinais de crescimento da sua plantinha. 

Agora, se sua dúvida é sobre qual tipo de vaso escolher, não precisa se preocupar!

O tipo de vaso certo para suculentas é aquele com furos no fundo para auxiliar a drenagem. Os cachepots também podem ser usados, basta encaixar o vaso com furos dentro dele, mas lembre-se de retirá-lo antes de fazer a rega, viu?

Montagem do vaso

Para montar seu próprio vaso também é muito simples! E fazê-lo desta forma fará com que seu solo apresente o nível de drenagem ideal para manter suas plantas sempre lindas e saudáveis.

Comece forrando o fundo do seu vaso com pedras pequenas (britas, por exemplo) até cobrir toda a extensão, mas sem obstruir seus furos. Depois cubra-as com uma manta para evitar que a terra vase após a rega. Em seguida, basta cobrir tudo com uma boa quantidade de substrato e deixar sua suculenta aproveitar bem o novo espaço.

Qual o solo ideal?

Por se tratar de uma planta de clima desértico, as suculentas preferem solos mais porosos e permeáveis. Por isso, você pode preparar uma mistura de substrato e areia, na proporção de 1:1, para um solo com drenagem ainda mais eficaz! 

Também é possível utilizar apenas o substrato, desde que leve sempre em consideração o escoamento da água. Afinal, o acúmulo da mesma vai danificar as raízes da sua planta.

Exposição ao sol

As suculentas precisam de muito sol! Portanto, mantê-las em espaços onde elas poderão receber bastante luz solar, vai ajudar a deixar as folhas da sua suculenta ainda mais bonitas e cheias de saúde!

Mas lembre-se que, mesmo uma planta acostumada ao clima árido, ainda pode sofrer queimaduras pela exposição excessiva ao sol! Sendo assim, se seu plano é deixar sua suculenta no jardim ou outro ambiente externo, dê preferência por um espaço onde seu vaso receba apenas a luz da manhã. 

Suculenta ao receber pouca luz solar. (Fonte da imagem: Sala 7 Design).

Já se o plano é dar um toque especial à decoração interna da sua casa, o segredo é manter sua suculenta o mais próximo das janelas ou realizar um rodízio com o vaso para que ele fique ao menos 7 dias ao sol, a cada 15 dias.

Para verificar se sua plantinha precisa de mais sol também é muito fácil! 

Quando recebem pouca luz solar, as suculentas começam a apresentar um caule mais alongado e o espaçamento entre as folhas também fica maior. Isso acontece porque a planta está procurando captar o máximo de luz possível por conta própria. Já quando há excesso de luz, você pode observar algumas manchas pretas ou marrons nas folhas.

Leia também: As melhores plantas para ter em casa

Qual a melhor forma de regar as suculentas?

A rega é um dos pontos mais importantes para o cuidado das suculentas, já que é muito mais provável que ela morra pela abundância que pela falta de água.

Para garantir que sua suculenta receba uma nova rega apenas quando necessário, o que você precisa fazer é verificar a umidade presente na terra do vaso. Você pode utilizar um palito ou o próprio dedo para mexer no substrato, se ele sair limpo e seco, então pode regar, caso observe que a terra ainda está úmida, deixe para realizar a rega em outro dia.

Lembrando que a irrigação deve ser feita com água em abundância, mas com pouca frequência, verificando sempre se o substrato está completamente seco. 

Replantio

Além de lindas, as suculentas são muito fáceis de cuidar. Um exemplo disso é o replantio, afinal, é possível ter uma nova planta a partir de uma única folha!

(Fonte da imagem: Área de Mulher).

Para usar esse método, basta retirar uma ou mais folhas da sua suculenta e posicioná-las em um novo vaso. Com o tempo uma nova raiz se formará e você terá uma nova muda. O momento certo para replantar é quando a folha usada para o replantio já estiver completamente seca.

Ah! E diferente de uma suculenta adulta, durante esse período de replantio, você deve deixar a terra bem úmida, regando aos poucos todos os dias até o aparecimento das novas raízes.

Além de tudo, essas plantas não precisam de podas periódicas e você mesmo pode fazer a retirada das folhas murchas para mantê-la sempre com um aspecto saudável.

Viu como é simples ter uma suculenta? Seja como um item de decoração ou um presente, agora você já pode investir nessas plantinhas para deixar cada canto ainda mais bonito e com a sua cara!

Agora, se você quiser transformar o seu amor por plantas em uma profissão de sucesso, saiba que você também pode investir em uma graduação com aulas on-line e aprender ainda mais sobre o universo da botânica com o curso de Ciências Biológicas da Unigran EAD. Saiba mais no site.


Inclusão x Integração na educação: entenda a diferença

A educação é tida como um direito humano e deve ser oferecida a todos. Para alcançar esse objetivo, diversas práticas têm sido estudadas para que aconteça a verdadeira inclusão no ambiente escolar. Sendo assim, os modelos de integração e inclusão foram criados, aprimorados e inseridos na escola.

Continue a leitura e entenda a diferença entre os dois! 

Qual a diferença entre integração e inclusão?

A ideia da integração parte do princípio de que as pessoas com deficiência devem ser inseridas na sociedade conforme sua capacidade de adaptação a ela. Ou seja, no ambiente escolar que seguia o modelo de integração, o aluno com deficiência era separado dos demais e estudava em uma sala exclusiva, com um professor o instruindo. O objetivo, então, era que o aluno com deficiência “alcançasse” os outros da série regular.

Logo, integrar exige um esforço unilateral, na tentativa de encaixar essas pessoas com necessidades em políticas, métodos de ensino e demais fluxos já existentes e que, na maioria das vezes, não apresenta o suporte necessário para elas. Um exemplo, é que a prática não permitia com que o aluno com deficiência interagisse com os demais alunos, fazendo com que criasse uma barreira entre eles. 

Já a inclusão está relacionada ao incentivo à diversidade, de maneira que a sociedade participe ativamente no processo de mudança para o acesso daqueles que se encontram em desigualdade. Tendo como objetivo a equidade e a realização de ações para sanar as necessidades de cada indivíduo.

Sendo assim, a escola ofereceria metodologias que consigam promover o acolhimento do aluno com deficiência para que ele desenvolva, junto dos demais, seus conhecimentos. E o principal: que o faça se sentir parte da comunidade.   

(Fonte da Imagem: Gstatic).

 

A Educação Especial antes da Inclusão

Durante muito tempo a educação especial foi tida como uma modalidade de ensino para aqueles com deficiência física ou mental. Inicialmente presente apenas em escolas especiais ou instituições privadas, pois não se via esses indivíduos como pessoas capazes de aprendizagem. Logo, não havia abertura para que eles estivessem nos mesmos ambientes que os demais alunos. 

Foi assim que espaços destinados exclusivamente às pessoas com deficiência (PCD) ganharam força.

O problema é que, por mais que esses espaços suprissem um déficit inicial, essa separação também contribuía para a segregação.

Por esse motivo, o desenvolvimento de um modelo mais democrático e que estimula o envolvimento do aluno foi estruturado. E veio a inclusão! Mas esse novo modelo só ganhou foco após a Declaração de Salamanca, em 1994.

A partir desse momento, não apenas as pessoas com deficiência seriam contempladas pela Educação Especial, mas também, qualquer indivíduo com dificuldade de aprendizagem, seja por qual razão fosse.

Assim, passou-se a englobar pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, alta habilidade e superdotados.

Princípios da Educação Inclusiva

Com o objetivo de tornar a educação acessível à todos, levando em consideração o tipo e ritmo de aprendizagem, a Educação Inclusiva se baseia em 5 princípios:

  • Toda pessoa tem o direito de acesso à educação;
  • Toda pessoa aprende;
  • O processo de aprendizagem de cada pessoa é singular;
  • O convívio no ambiente escolar comum beneficia todos;
  • A educação inclusiva diz respeito a todos.

Igualdade ou Equidade?

Apesar de falarmos muito sobre igualdade, é importante lembrar que, na verdade, nossa busca vai além. Afinal de contas, como citado acima, o aprendizado é diferente para cada um.

E se é algo individual, não faz o menor sentido esperar que o mesmo material didático, por exemplo, sirva para todos os alunos de uma turma inclusiva.

Logo, para que a inclusão aconteça de maneira eficaz, é necessário que as instituições estejam preparadas para atender a cada necessidade do aluno de forma específica, permitindo a todos o acesso às mesmas oportunidades, como diz o princípio da equidade.

Principais desafios no Brasil:

Mesmo com grandes evoluções desde o início da sua implantação, a Educação Inclusiva ainda enfrenta muitas dificuldades no Brasil. 

Vamos entender melhor essas problemáticas e conhecer algumas boas práticas.

Infraestrutura escolar

Um dos principais desafios para o cumprimento de um ensino mais inclusivo é a falta de infraestrutura das instituições brasileiras. São muitas as escolas que não possuem rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e outros equipamentos que permitiriam a circulação de todos os alunos.

A ausência desses itens impede que muitas escolas possam receber alunos especiais. E o ensino público sofre ainda mais com a falta desses recursos, o que implica no aumento da desigualdade social, visto que muitas famílias de baixa renda têm no sistema público de ensino sua única alternativa de educação.

Preconceito

O preconceito é outro fator que impede o bom funcionamento da Educação Inclusiva. Ao enxergar o outro como inferior ou alguém não merecedor de respeito, práticas como o bullying escolar, tornam-se mais evidentes. 

Qualificação profissional

Faltam profissionais qualificados para suprir a demanda do mercado atual! Com isso, os poucos educadores especializados sentem-se sobrecarregados ao terem que cumprir o acompanhamento aos alunos especiais e, ainda, às outras funções do ensino regular.

Portanto, se alguns alunos exigem um maior acompanhamento para seu desenvolvimento, esse acúmulo de responsabilidades prejudica não apenas os educandos com necessidades especiais de ensino, mas também os demais assistidos e até mesmo o próprio educador.

(Fonte da imagem: Portal Acesse).

Boas práticas para uma educação inclusiva:

Sabendo dos obstáculos que enfrentamos, fica mais fácil entender como contornar algumas dessas situações.

Para que a educação inclusiva esteja cada vez mais presente nos ambientes escolares, podemos incentivar algumas práticas, como por exemplo:

  • Respeitar os diferentes tipos e ritmos de aprendizagem;
  • Promover o debate sobre inclusão entre todos os colaboradores da instituição escolar;
  • Dar mais foco às habilidades do aluno, que suas dificuldades;
  • Encorajar a capacitação do corpo docente.

São ações simples, mas que fazem a diferença no dia a dia da educação inclusiva.

Agora, se você também quer contribuir ativamente para essa evolução, saiba que com a Pós Unigran EAD você consegue conquistar seu título de especialista em Educação Especial e Inclusiva, estudando on-line e com conclusão em apenas 7 meses!

Confira a grade curricular e demais informações sobre essa pós-graduação clicando aqui.


Hard Skills: o que são e como adquiri-las?

Quando o assunto é entrevista de emprego, os recrutadores estão sempre de olho nos melhores candidatos para ocupar as vagas disponíveis no mercado. Por isso, o ponto de partida para essa seleção são as Hard Skills. 

Continue a leitura para entender o que são essas habilidades e como você pode desenvolvê-las.

O que são Hard Skills?

“Skill” é uma palavra que vem do inglês e traz o significado de “habilidade”, ou seja, uma Hard Skill nada mais é que um conhecimento técnico adquirido pelo candidato, cuja comprovação pode ser feita por meio de certificados, diplomas e afins.

Sendo assim, essas são competências específicas para uma determinada área ou serviço. Podendo ou não ser relevantes para a vaga na qual o profissional deseja se candidatar.

Exemplos de Hard Skills 

Para que você possa entender melhor, trouxemos alguns exemplos de Hard Skills. São eles:

  • Fluência em um idioma diferente da sua língua materna;
  • Habilidade com programas de edição (Ex.: Photoshop, Illustrator, Premiere);
  • Conhecimento em Programação;
  • Cursos de graduação;
  • Especializações e MBAs;
  • Cursos Técnicos.

Leia também: Por que saber inglês é tão importante para o mercado de trabalho?

Quais os benefícios de investir nas Hard Skills?

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, se tornar um profissional cobiçado pelas empresas exige uma busca constante por diferenciais. Mas se engana quem pensa que só os candidatos às vagas se beneficiam com as Hard Skills!

(Fonte da imagem: Labfinprovarfia).

Vantagem para as empresas

Quando uma empresa contrata um profissional com boas habilidades técnicas, ela também está adquirindo um novo pilar para a base da sua equipe. Logo, essa companhia poderá contar com um quadro de colaboradores com competências essenciais ao desenvolvimento de projetos com maior assertividade.

Vale considerar, que também deve fazer parte do papel da empresa promover o crescimento dos seus funcionários, para a retenção de talentos. Isso pode ser feito através de parcerias com instituições de ensino, oferecimento de palestras, workshops e treinamentos, ou até, o custeio (parcial ou integral) de cursos relacionados ao cargo.

Vantagens para os profissionais 

Como dito anteriormente, adquirir habilidades técnicas relevantes para a vaga desejada, fará não só com que você se destaque perante os concorrentes, quanto auxiliará na negociação por melhores remunerações. Além disso, o domínio de certas competências, tornará o profissional mais seguro e confiante no exercício da sua função.

Também é importante lembrar que a aquisição de outros conhecimentos, como as Soft Skills, trazem um grande diferencial, tornando esse profissional ainda mais requisitado, pois permite a ele mesclar seus saberes técnicos e suas habilidades pessoais.  

Leia também: Soft skills e sua relevância para o mercado de trabalho

Como apresentar essas habilidades durante a entrevista de emprego?

Se você já possui algumas Hard Skills, mas não sabe bem como abordar esses conhecimentos com o recrutador, aqui vai o segredo: aposte nos exemplos práticos! 

(Fonte da imagem: Globalempregos).

Fale sobre as habilidades que já possui, como utilizou esses conhecimentos durante sua última experiência profissional, como elas lhe auxiliaram na resolução de algum problema, ou mesmo, quais vantagens suas ações trouxeram para sua equipe.

Se dominar algum programa, como o Photoshop, por exemplo, você deve comentar sobre os projetos que desenvolveu através dele e quais resultados obteve.

Como adquirir Hard Skills?

Bem, agora se você ainda está buscando habilidades técnicas para agregar ao seu currículo, saiba que não faltam alternativas para isso! 

Caso ainda não tenha escolhido uma profissão para seguir, pesquisar por um curso de graduação pode ser o primeiro passo! Além disso, você também pode investir em cursos profissionalizantes, Cursos Livres, Pós-graduações, dentre outros. Sempre levando em consideração os conhecimentos mais requisitados para o cargo desejado e, claro, as capacidades que você tem mais interesse em desenvolver.

Na Unigran EAD, você tem inúmeras opções de cursos de Graduação, Pós-graduação e Cursos Livres com aulas on-line para ajudar você a destacar seu currículo e desenvolver as habilidades para a vaga que sempre sonhou. Conheça os cursos disponíveis clicando aqui.


Greenwashing, os falsos amigos do meio ambiente

Nos últimos anos a moda de ser sustentável começou a se consolidar e as marcas começaram a ser cobradas por um posicionamento coerente em relação a isso. Muitos projetos interessantes e realmente benéficos para o meio ambiente foram apresentados à sociedade e implementados. 

Entretanto, no meio disso tudo, também existem os falsos amigos da natureza que, por sua vez, entram na categoria Greenwashing, um termo que caracteriza esse comportamento. 

Acompanhe o artigo para entender melhor essa lavagem verde, como evitá-la e seus malefícios para o meio ambiente! 

O que é Greenwashing?

Na tradução literal o Greenwashing pode ser traduzido como “lavagem verde” ou até mesmo como “maquiagem verde” pelo sentido que carrega. 

Mas a sua prática consegue apresentar melhor o que esse termo significa. O Greenwashing se dá quando há a intenção de camuflar, mentir ou omitir informações sobre os reais impactos das atividades de uma empresa no meio ambiente.

Esse termo surgiu no início da década de 1990, depois da publicação de um artigo na revista New Scientist, no qual a expressão “greenwash” foi usada pela primeira vez. 

A partir disso, então, ela começou a ser utilizada como uma analogia com outro termo, o “brainwashing”, usado para designar a lavagem cerebral. Entretanto, trazendo essa lavagem para o âmbito sustentável e a fim de criticar as empresas que fingem uma preocupação em suas falas, mas praticam na contramão da sustentabilidade. 

Para ser considerado um Greenwashing a empresa deve:

  • Utilizar falsas informações sobre ações sustentáveis;
  • Ocultar características nocivas de seus produtos e/ou serviços;
  • Publicar dados incorretos, contraditórios e que não possuam referência ou prova de sua veracidade;
  • Usar selos ou certificados ambientais sem fazer parte do movimento de fato.
(Fonte da Imagem: CNN Brasil).

Quais são os riscos do greenwashing para o mundo?

A prática de Greenwashing e não verificação desses atos é uma grande ameaça ao mundo por diversos aspectos!

A começar pela enganação contra a população. Muitas pessoas, antes de efetuar uma compra, procuram por marcas que sejam comprometidas com o meio ambiente com o interesse de contribuir para que as metas de emissão de carbono estabelecidas pelas autoridades ambientais sejam cumpridas.

Contudo, quando essas empresas não levam esses projetos a uma prática verdadeira, o cliente está sendo enganado e o meio ambiente está perdendo uma boa ação de sua preservação. 

Além disso, o presente momento é de uma grave emergência climática, apontada pelo próprio Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Sendo assim, há um código vermelho para que a sociedade faça mudanças em seu comportamento para conseguir amenizar as consequências do aquecimento global. 

Assim quanto menor o comprometimento das empresas, pior será e mais consequências haverão para a vida das pessoas. 

Como identificar a prática do greenwashing?

Veja algumas dicas de como identificar a “lavagem verde” nas empresas:

Como investidor:

Uma das formas de evitar parcerias com empresas que fazem o greenwashing é, antes de aplicar qualquer investimento, busca por informação e comprovação em dados sobre todas as iniciativas que as mesmas afirmam fazer. 

Sempre que possível, busque averiguar a veracidade das suas certificações, entender quais são os relatórios e políticas de redução de danos.

As empresas que estão verdadeiramente comprometidas com o meio ambiente estão cada vez mais dispostas a serem transparentes, justamente por enxergar as problemáticas de marcas que são “falsas amigas” da sustentabilidade.

Por isso, não haverão tantas dificuldades assim em encontrar evidências de empresas sustentáveis. 

(Fonte da imagem: Conlicitacao).

Como consumidor:

Além de seguir a mesma prática dos investidores, os consumidores podem também ler atentamente os rótulos e observar os selos e ingredientes dos produtos no mercado.

Estar atento e sempre desconfiar de expressões vagas como “produto sustentável”, “amigo do meio ambiente” e variações que não fornecem explicações do porquê são sustentáveis. 

Bem como analisar se a empresa usa falsos selos ou está apresentando mentiras nas propagandas.

Ter esses pequenos cuidados poupará os consumidores de serem enganados seja através de alimentos, cosméticos ou até mesmo serviços das empresas. 

A preocupação com o meio ambiente faz parte da sua vida? Então você deveria conhecer o curso de Gestão Ambiental. A Graduação oferece capacitação para que você possa analisar e solucionar problemas ambientais no ambiente corporativo. 

Com o intuito de proporcionar aos estudantes uma visão sistêmica do ambiente, na Unigran EAD a grade curricular é completa. Mesmo no exterior, você cursa uma disciplina por mês estudando onde e quando quiser! 

Conheça mais sobre o curso acessando o nosso site, basta clicar aqui!